
Mais uma vez sem Neymar, o Santos foi goleado pelo Palmeiras por 3 a 0, no jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil; placar poderia ter sido ainda maior
Flaco López destravou mais um jogo que se apresentava difícil ao Palmeiras, e comandou o atropelo do time alviverde sobre o Santos no Nubank Parque. O triunfo por 3 a 0 nesta quarta-feira (26), dia do aniversário de 112 anos do clube alviverde, deixa confortável a equipe comandada por Abel Ferreira no confronto das quartas de final da Copa do Brasil.
O Palmeiras empilhou gols perdidos no segundo tempo do “Clássico da Saudade” e perdeu a chance de construir uma goleada histórica Mesmo assim, a vantagem conquistada na arena palmeirense é larga, e fruto de um bom desempenho coletivo e também da fragilidade santista, ainda mais evidente quando Neymar, crítico do gramado sintético, não joga.
O Santos terá de ganhar por quatro gols de diferença para reverter o placar ou por três para forçar as penalidades. O segundo duelo que definirá um dos semifinalistas do torneio será disputado daqui a uma semana, dia 2 de setembro, na Vila Belmiro
Sem Neymar e Gabigol (este no banco) e armado com três volantes, o Santos foi à arena palmeirense com o objetivo claro de segurar o Palmeiras e não perder. Conseguiu apenas até os 30 minutos.
O time alviverde fazia um jogo melancólico e, como em todos os últimos primeiros tempos em casa, encontrava dificuldade para penetrar na zaga adversária. Mas tem Flaco López, um dos melhores atacantes do continente. O talentoso e iluminado argentino destravou o jogo, até então difícil, repetindo o que fizera contra o Vasco.
Atuando entre as linhas, muitas vezes como um 10, ele acertou um chute rasteiro, seco, no canto esquerdo de Brazão e deixou o Palmeiras, então ansioso, mais leve e confortável na partida.
Depois do gol, aos 33, a equipe deslanchou. Encontrou espaços e criou para golear. Vitor Roque perdeu gol perto da pequena área e Arias cabeceou para fora. Mas Andreas Pereira não desperdiçou. Foi dele o segundo gol, concluindo rebote concedido por Brazão em chute colocado de Marlon Freitas.








