Papa Leão XIV pede perdão pela demora da Igreja em condenar a escravidão

Papa Leão XIV/ Alberto PIZZOLI / AFP
Papa Leão XIV ( Alberto PIZZOLI / AFP)

“Isto constitui uma ferida na memória cristã, da qual não podemos considerar alheios”, disse o pontífice.

O papa Leão XIV pediu desculpas pelo longo atraso da Igreja Católica em condenar a escravidão, que chamou de uma “ferida na memória cristã” em sua primeira encíclica, publicada nesta segunda-feira (25).

“Em nome da Igreja, peço sinceramente perdão”, escreveu Leão XIV no texto que define as posições da Igreja em diversas questões, entre elas a inteligência artificial (IA).

No passado, os papais já pediram desculpas pela participação dos cristãos no tráfico de escravizados.

João Paulo II denunciou a atividade em 1992, antes de apresentar, no ano 2000, um amplo pedido de perdão pelas injustiças históricas.

O papa Francisco também denunciou repetidamente as formas contemporâneas de escravidão.

No entanto, as palavras de Leão XIV foram além.

O papa americano destacou que a Igreja foi proprietária de escravizados até a Idade Média e que também assessorou soberanos europeus sobre como cometer a escravidão dos “infiéis”.

“Foi necessário esperar até o século XIX para encontrar uma publicação formal, absoluta e universal da escravidão”, escreveu em “Magnifica Humanidades”, um documento que aborda principalmente a ascensão da IA.

A encíclica acrescenta: “É verdade que os acontecimentos do passado não podem ser julgados de forma anacrônica, como se todos os critérios morais que amadureceram ao longo do tempo sempre estivessem disponíveis”.

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Chefe da diplomacia dos EUA se encontrou com o Papa

Papa Leão XIV e o Secretario de Estado norte-americano, Marco Rubio/Handout / VATICAN MEDIA / AFP
Papa Leão XIV e o Secretario de Estado norte-americano, Marco Rubio (Handout / VATICAN MEDIA / AFP)

Depois do encontro com o Papa, Rubio também se reuniu com o secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin.

Nesta quinta-feira (07), o Papa Leão XIV e o Secretario de Estado norte-americano, Marco Rubio, se encontraram e discutiram à porta fechada sobre várias questões, inclusive o Oriente Médio, após as duras críticas do presidente Donald Trump ao pontífice.

“O secretário de Estado Marco Rubio se reuniu hoje com Sua Santidade o Papa Leão XIV para discutir a situação no Oriente Médio e temas de interesse mútuo no Hemisfério Ocidental. Analisaram os esforços humanitários em curso no Ocidente e as iniciativas para alcançar uma paz duradoura na região do Oriente Médio. As suas trocas foram um testemunho da forte e contínua parceria entre os Estados Unidos e a Santa Sé em apoio à liberdade religiosa”, comunicou Tommy Pigott, porta-voz do Departamento de Estado dos EUA.

Pigott ainda destacou a estreita relação entre os Estados Unidos e a Santa Sé e o seu compromisso compartilhado em promover a paz e a dignidade humana.

Uma fonte do Departamento de Estado revelou à agência de notícias France-Presse (AFP) que a reunião foi amigável e construtiva.

Depois do encontro com o Papa, Rubio também se reuniu com o secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin.

Poucos dias antes da visita ao Vaticano, o próprio chefe da diplomacia dos EUA tentou minimizar as declarações de Trump contra o líder da Igreja Católica, mas negou que a viagem a Roma tinha como objetivo amenizar as tensões com a Santa Sé, afirmando que sua ida já estava planejada de antemão. Rubio ainda afirmou antes da reunião que pretendia discutir sobre Cuba com o Papa, enfatizando que Washington tem contribuído com ajuda humanitária à ilha através da Igreja Católica.

No início da semana, Trump afirmou que o Papa está pondo em perigo muitos católicos e muitas pessoas porque não se importava que o Irã tivesse uma arma nuclear.

Por sua vez, ao ser questionado pelos jornalistas, Leão XIV respondeu, como já fez em outras ocasiões, que a missão da Igreja é proclamar o Evangelho e pregar a paz. “Se alguém quiser me criticar por proclamar o Evangelho, que o faça com a verdade”, declarou.

Além disso, o Papa insistiu que a Igreja tem se declarado contra todas as armas nucleares há anos, de acordo com a publicação do Vatican News.

Por Isabel Alvarez

Navio com surto de hantavírus segue para a Espanha; pacientes são hospitalizados na Europa

Hantavírus: cepa transmissível entre humanos é confirmada em passageiros de cruzeiro/AFP
Hantavírus: cepa transmissível entre humanos é confirmada em passageiros de cruzeiro (AFP)

O MV Hondius, de bandeira holandesa, gerou alarme internacional após a morte de três pessoas que estiveram a bordo

Três pessoas retiradas do navio de cruzeiro devido a um surto de hantavírus foram hospitalizadas em países europeus, enquanto a embarcação navegava, nesta quinta-feira (7), em direção ao arquipélago espanhol das Ilhas Canárias, onde tem previsão de chegada no domingo.

O MV Hondius, de bandeira holandesa, gerou alarme internacional após a morte de três pessoas que estiveram a bordo.

Na manhã desta quinta-feira, o navio estava ao norte de Cabo Verde, de acordo com o site de rastreamento marítimo Marine Traffic, que prevê a chegada da embarcação às Ilhas Canárias no domingo ao meio-dia (horário local).

A ministra da Saúde espanhola, Mónica García, especificou que o navio chegará a Granadilla, na ilha de Tenerife.

O cruzeiro, que fazia a rota entre Ushuaia, na Argentina, e Cabo Verde, transportava 88 passageiros e 59 tripulantes de 23 nacionalidades.

O passageiro Ruhi Cenet, um blogueiro turco de 35 anos, disse que o que começou como uma viagem idílica se transformou em caos quando o capitão do navio anunciou a morte de um passageiro em 12 de abril.

“Eles nem sequer consideraram a possibilidade de ser uma doença tão contagiosa. Eles não levaram o problema a sério o suficiente”, disse Cenet à AFP.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que retirou três pessoas do navio: dois tripulantes doentes e uma pessoa que teve contato com um dos casos confirmados.

Os três embarcaram em dois voos partindo de Praia, capital de Cabo Verde, com destino à Europa.

Um dos aviões, que transportava duas pessoas que estavam no cruzeiro, pousou na noite de quarta-feira em Amsterdã. Um paciente foi internado em um centro médico universitário em Leiden, nos Países Baixos, e o outro no hospital universitário de Düsseldorf, na Alemanha.

A segunda aeronave, que transportava o terceiro passageiro retirado, pousou na manhã desta quinta-feira em Amsterdã.

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Hantavírus: OMS confirma dois casos e identifica cinco suspeitos em cruzeiro

Cruzeiro MV Hondius está em Cabo Verde/ AFP
Cruzeiro MV Hondius está em Cabo Verde ( AFP)

Três pessoas morreram. Dezenas de passageiros e membros da tripulação estão isolados no navio

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou nesta terça-feira (5) dois casos de hantavírus entre as pessoas a bordo ou que desembarcaram de um cruzeiro ancorado em Cabo Verde, do qual três pessoas morreram.

“Em 4 de maio de 2026 foram identificados sete casos (dois casos de hantavírus confirmados em laboratório e cinco suspeitos), incluindo três falecimentos, um paciente em estado crítico e três pessoas com sintomas leves”, afirmou a OMS em um comunicado.

Três dessas pessoas já não estão no cruzeiro e quatro permanecem a bordo.

A OMS anunciou ainda que tenta localizar os passageiros do voo que saiu da ilha de Santa Helena com destino a Joanesburgo, do qual foi retirada uma turista holandesa infectada com hantavírus que morreu em um hospital da África do Sul.

A holandesa de 69 anos, cujo marido de 70 anos morreu a bordo do cruzeiro, havia desembarcado em Santa Helena em 24 de abril “com sintomas gastrointestinais” e embarcou no dia seguinte em um voo com destino a Joanesburgo, indicou a OMS.

Ela morreu no dia 26 de abril e sua infecção por hantavírus foi confirmada na segunda-feira (4). “Iniciamos as buscas para localizar os passageiros do voo”, acrescentou a OMS em um comunicado.

AFP

Ex-diretor do FBI é acusado de ameaçar a vida de Trump

Ex-diretor do FBI James Comey e o presidente dos EUA, Donald Trump/TASOS KATOPODIS / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP e BRENDAN SMIALOWSKI / AFP
Ex-diretor do FBI James Comey e o presidente dos EUA, Donald Trump (TASOS KATOPODIS / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP e BRENDAN SMIALOWSKI / AFP)

A informação foi dada nesta terça-feira (28) pelo procurador-geral interino dos Estados Unidos, Todd Blanche

O ex-diretor do FBI James Comey, um crítico ferrenho do presidente Donald Trump, foi acusado de ameaçar a vida do mandatário, informou nesta terça-feira (28) o procurador-geral interino dos Estados Unidos, Todd Blanche.

No ano passado, Comey fez uma publicação no Instagram — agora eliminada — que mostrava os números “86 47” formados com conchas marinhas.

À época, Trump assegurou em uma entrevista à emissora Fox News que “86” era um jargão para “matar” e que “47” se referia a ele, como o presidente de número 47 dos Estados Unidos.

“Ele sabia exatamente o que isso significava”, afirmou Trump. “Significa assassinato, e ele disse isso alto e claro.”

Comey, por sua vez, garantiu que não teme as novas acusações e que vai enfrentá-las.

“Bom, eles estão de volta, desta vez por causa de uma foto de conchas tirada há um ano em uma praia da Carolina do Norte, e isso não será o fim dessa história”, declarou, em um vídeo publicado nas redes sociais.

“Continuo sendo inocente, sem medo e acreditando no Judiciário federal independente. Então, vamos em frente”, acrescentou.

A acusação assegura que a referência “86 47” é uma “séria expressão de uma intenção de causar dano ao presidente dos Estados Unidos”.

Blanche disse que Comey enfrenta uma acusação por “fazer deliberadamente uma ameaça de tirar a vida e infligir danos” a Trump, e outra por fazer uma ameaça interestadual.

Cada uma dessas acusações acarreta uma pena de até dez anos de prisão.

“É justo dizer que ameaçar a vida de alguém é perigoso e potencialmente um crime”, disse Blanche.

Comey explicou que havia publicado a foto de conchas que tinha visto durante um passeio na praia.

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Trump é retirado às pressas de jantar após atirador invadir hotel; agente do Serviço Secreto foi baleado

Donald Trump faz discurso à imprensa na Casa Branca, em Washington, DC, neste sábado (25), após ter evacuado o jantar anual oferecido pela Associação dos Correspondentes da Casa Branca O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, precisou ser retirado às pressas de um jantar promovido pela Associação dos Correspondentes da Casa Branca, que acontecia no hotel Washington Hilton, após um atirador invadir o estabelecimento na noite deste sábado (25).

Autoridades policiais informaram à Associated Press que um atirador disparou dentro do hotel, mas fora da sala onde Trump e as autoridades estavam. O presidente dos EUA não ficou ferido. Outras autoridades, como o vice-presidente JD Vance, também foram removidas do local em segurança.

O FBI de Washington confirmou que o suspeito está sob custódia. Ele tem 30 anos e é da Califórnia; estudou engenharia e é graduado pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech). Segundo as autoridades, ao que tudo indica, trata-se de um “lobo solitário”, mas o caso está sendo investigado.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, precisou ser retirado às pressas de um jantar promovido pela Associação dos Correspondentes da Casa Branca, que acontecia no hotel Washington Hilton, após um atirador invadir o estabelecimento na noite deste sábado (25).

Autoridades policiais informaram à Associated Press que um atirador disparou dentro do hotel, mas fora da sala onde Trump e as autoridades estavam. O presidente dos EUA não ficou ferido. Outras autoridades, como o vice-presidente JD Vance, também foram removidas do local em segurança.

O FBI de Washington confirmou que o suspeito está sob custódia. Ele tem 30 anos e é da Califórnia; estudou engenharia e é graduado pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech). Segundo as autoridades, ao que tudo indica, trata-se de um “lobo solitário”, mas o caso está sendo investigado.

Pânico entre os presentes

O jantar havia começado pouco antes do atirador invadir o hotel, com um discurso da correspondente sênior da CBS News na Casa Branca, Waijia Jiang. Um discurso de Trump também era esperado.

O âncora da CNN Wolf Blitzer, que estava no hotel, afirmou que estava a poucos metros do atirador quando os disparos começaram, em um local fora do salão onde ocorria o jantar, e que agentes de segurança caíram sobre o homem e o imobilizaram. Ele acrescentou que também foi jogado no chão por agentes de segurança. “Foi um momento muito assustador para mim e para todos que estavam naquele corredor”, contou.

A CNN mostrou imagens do momento em que Trump foi retirado da sala por seguranças. Ele parece cair logo após levantar da cadeira, amparado pelos agentes, mas se ergue logo em seguida.

Jantar será remarcado em 30 dias

O jantar realizado pela Associação dos Correspondentes da Casa Branca ocorre anualmente. Inicialmente, Trump chegou a dizer que o evento continuaria, mas após avaliação de segurança, a festa foi cancelada e será remarcada dentro de 30 dias.

Foi ao sair do mesmo hotel Washington Hilton que o então presidente Ronald Reagan sofreu um atentado a tiros, em 30 de março de 1981.

Com informações de Estadão Conteúdo, Associated Press e CNN Internacional

Papa pede que se ‘escolha a paz’ e critica ‘indiferença’ às guerras

O Papa Leão XIV acena para a multidão do papamóvel após a missa de Páscoa, parte das celebrações da Semana Santa/ AFP
O Papa Leão XIV acena para a multidão do papamóvel após a missa de Páscoa, parte das celebrações da Semana Santa ( AFP)

Papa Leão XIV fez um apelo em sua tradicional bênção de Páscoa

O papa Leão XIV fez um apelo neste domingo (5), em sua tradicional bênção de Páscoa, para que se “escolha a paz” e denunciou a “indiferença” diante das guerras no mundo que deixam milhares de mortos.

“Nós estamos nos acostumando à violência, nos resignando a ela e nos tornando indiferentes. Indiferentes à morte de milhares de pessoas. Indiferentes às sequelas do ódio e divisão que semeiam os conflitos” e às suas consequências econômicas e sociais, discursou a milhares de fiéis reunidos no Vaticano.

Rompendo a tradição seguida há anos por seus antecessores, Leão XIV não citou nenhum país ou região em crise no mundo.

AFP

Maduro retorna a tribunal em Nova York após captura na Venezuela

Nicolás Maduro /AFP PHOTO/VENEZUELAN PRESIDENCY/ZURIMAR CAMPOS
Nicolás Maduro (AFP PHOTO/VENEZUELAN PRESIDENCY/ZURIMAR CAMPOS)

Maduro, de 63 anos, e sua esposa, Cilia Flores, de 69, estão detidos em uma prisão no Brooklyn há quase três meses

O presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, comparece nesta quinta-feira (26) perante um tribunal de Nova York pela segunda vez desde sua dramática captura, em 3 de janeiro, durante uma operação militar americana em Caracas.

Maduro, de 63 anos, e sua esposa, Cilia Flores, de 69, estão detidos em uma prisão no Brooklyn há quase três meses.

Eles deixaram a instalação apenas uma vez — em 5 de janeiro — para sua audiência inicial. Naquela ocasião, Maduro declarou-se “prisioneiro de guerra” e alegou inocência em relação às acusações de tráfico de drogas apresentadas contra ele nos Estados Unidos.

Maduro governava a Venezuela desde março de 2013. Após sua queda, a presidência interina foi assumida por Delcy Rodríguez — sua ex-vice-presidente — que, desde então, promoveu uma mudança drástica nas relações com os Estados Unidos.

Maduro é acusado de conspirar para cometer “narcoterrorismo”, importar cocaína e possuir ilegalmente metralhadoras e dispositivos destrutivos.

Durante a audiência desta quinta-feira — agendada para as 11h locais (12h em Brasília) — espera-se que Maduro insista na rejeição da denúncia, enquanto seus advogados debatem quem arcará com seus honorários.

O governo venezuelano tenta efetuar esse pagamento, mas para isso o advogado de Maduro, Barry Pollack, deve obter uma autorização do governo americano.

Pollack alegou ao tribunal que essa exigência de autorização viola o direito constitucional de Maduro à representação legal de sua própria escolha, e exigiu que o caso fosse rejeitado por motivos processuais.

Espera-se um reforço na segurança nas imediações do tribunal.

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Presidente do Irã faz três exigências para fim da guerra com EUA e Israel

Presidente do Irã, Masoud Pezeshkian • Reuters

Isso inclui o pagamento de reparações devido aos ataques; Masoud Pezeshkian também afirmou que conversou com Rússia e Paquistão

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, apresentou três exigências para o fim da guerra, incluindo o “reconhecimento dos direitos legítimos do Irã, o pagamento de reparações e firmes garantias internacionais contra futuras agressões”.

Foi a primeira vez que o presidente delineou publicamente condições para o fim do conflito.

“A única maneira de acabar com esta guerra — iniciada pelo regime sionista e pelos Estados Unidos — é reconhecer os direitos legítimos do Irã, pagar reparações e obter firmes garantias internacionais contra futuras agressões”, disse ele em uma publicação no X.

Enquanto o Irã continua retaliando contra alvos econômicos e militares no Oriente Médio, o presidente do país afirmou ter conversado com os líderes da Rússia e do Paquistão para reafirmar o “compromisso do Irã com a paz”.

O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, viajou para a Arábia Saudita para uma breve visita nesta quinta-feira (12), informou seu gabinete.

O que está acontecendo no Oriente Médio?

Os Estados Unidos e Israel estão em guerra com o Irã. O conflito teve início no dia 28 de fevereiro, quando um ataque coordenado entre os dois países matou o líder supremo do país, Ali Khamenei, em Teerã.

Diversas autoridades do alto escalão do regime iraniano também foram mortas. Além disso, os EUA alegam terem destruído dezenas de navios do país, assim como sistemas de defesa aérea, aviões e outros alvos militares.

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‘Temos a sensação’ de que relatos sobre morte de Khamenei são ‘corretos’, diz Trump à NBC

Donald Trump/ AFP
Donald Trump ( AFP)

Donald Trump diz que acredita que os múltiplos relatos sobre a morte do líder supremo do Irã são verdadeiros

Donald Trump afirmou neste sábado (28) que acredita que os múltiplos relatos sobre a morte do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, durante a ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra a república islâmica são verdadeiros, embora sem chegar a confirmar a notícia.

“Temos a sensação de que essa informação é correta”, declarou, segundo a NBC News.

“Não quero dizer nada definitivo até ver, mas acreditamos que seja assim. E muitos de seus líderes desapareceram”, acrescentou.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, havia dito antes que havia “muitos indícios” de que Khamenei tinha morrido em um ataque ao seu complexo residencial.

AFP