trabalho de investigação que vem sendo desenvolvido pela Polícia Civil no município de Tabira com o intuito de identificar e punir as pessoas que andam espalhando terrorismo em escolas e redes sociais no município.
Uma mensagem de um grupo de WhatsApp trouxe mais atenção, onde alunos apoiavam o aumento da segurança nas escolas, mas outros criticavam, pois não deixariam os alunos à vontade.
Um aluno específico, que já foi identificado pelas forças de segurança, chama os demais de medrosos e quando alguém sugere que a polícia vá pra dentro das escolas ele diz: “PENSA SE TIVESSE UM POLICIAL E POR QUE NÃO MATAR O POLICIAL ANTES”, colocando, em seguida, a imagem de um palhaço que é o símbolo usando por bandidos que matam policiais.
Em outro grupo uma aluna sugere que fiquem enviando mensagens de ameaças, pois assim as escolas iriam fechar e todos ficariam à vontade sem ter aula e sem fazer nada.
Um perfil foi interceptado pela investigação onde o usuário bota a seguinte mensagem: “dia 20 me aguarde”. Pais de outros alunos viram o status e denunciaram à polícia civil que está tomando as devidas providências.
Buscando coibir essas mensagens, polícias estão infiltrados em grupos de WhatsApp e Telegram, perfis estão sendo analisados e monitorados 24 horas e mandados de prisão e apreensão de menores podem sair a qualquer momento.
Alguns procedimentos já foram encaminhados para justiça, que deve expedir mandados de busca e apreensão a qualquer instante. Para os maiores de idade mandados de prisão e internação na unidade prisional de Arcoverde. Para os menores de idade mandados de busca e apreensão e as penalidades pertinentes. “Vamos jogar o jogo deles”, disse um policial.
A polícia civil não tratará mais quem espalha mensagem com ameaças para causar pânico, apenas como infrator e sim como terrorista.
Para o dia 20, suposto dia do ataque, está sendo montada uma mega operação com policiais espalhados em escolas e no entorno delas.
Há informação de que até policiais que estarão de folga no dia 20 estão se voluntariando para as ações.
“Temos que identificar e punir todos esses terroristas. O cidadão de bem não pode ficar em casa por conta dessa molecagem”, disse um policial civil à produção do Programa Cidade Alerta.
Até agora já foram 5 ocorrências registradas, 3 aparelhos celulares e 1 notebook apreendidos, 200 perfis em Instagram e Facebook sendo monitorados e 5 grupos de estudantes e ex-alunos interceptados pelo grupo de inteligência da polícia.
POR JÚNIOR ALVES BLOG TABIRA HOJE
