Chuck Norris, lenda dos filmes de ação, morre aos 86 anos

Chuck Norris era símbolo de força e o público brincava que ele era imortal./Reprodução/Redes Sociais
Chuck Norris era símbolo de força e o público brincava que ele era imortal. (Reprodução/Redes Sociais)

Ator e lutador de artes marciais, Chuck Norris era conhecido como imortal e se tornou uma lenda no cinema de ação. O artista morreu no Havaí na manhã da última quinta-feira (19).

Chuck Norris, astro do cinema de ação americano e lenda das artes marciais, morreu aos 86 anos no Havaí, informou a família em um comunicado divulgado nesta sexta-feira (20).

“É com grande pesar que nossa família comunica o falecimento repentino de nosso amado Chuck Norris, na manhã de ontem”, afirma o comunicado publicado no Instagram.

“Para o mundo, ele era um artista marcial, ator e um símbolo de força. Para nós, ele era um marido dedicado, um pai e avô amoroso, um irmão incrível e o coração de nossa família”.

CARREIRA

Na década de 1980 e 1990, Norris estrou filmes como “Comando Delta e Braddock: O Super Comando” (1984), se tornando um dos maiores nomes do cinema de ação. Ao lado de Bruce Lee, atuou em “O Voo do Dragão” (1972), que se tornou um dos seu trabalhos mais celebrados no cinema. Posteriormente ganhou ainda mais popularidade na televisão, onde interpretou Cordel Walker, na série “Walker, Texas Ranger” (1993-2001).

Os trabalhos como ator o tornaram conhecido como imortal e lhe renderam uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood em 1989. Além da carreira artística, Norris também se dedicou às artes marciais, conquistando faixas-pretas em várias modalidades.

AFP e Diario de Pernambuco

Curta pernambucano ‘Cinema Moderno’ sobressaiu na Mostra de Tiradentes

Guga Patriota e o próprio cineasta Felipe André Silva compõem o elenco do filme/Foto: Tiago Calmon
Guga Patriota e o próprio cineasta Felipe André Silva compõem o elenco do filme (Foto: Tiago Calmon)

‘Cinema Moderno’, dirigido pelo pernambucano Felipe André Silva, foi exibido na Mostra Foco, principal competição de curtas da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes

Um dos filmes mais provocadores de toda a programação da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes, que abriu o calendário dos grandes festivais do audiovisual brasileiro, foi “Cinema Moderno”, dirigido pelo pernambucano Felipe André Silva, de curtas como “Todas as Rotas Noturnas Conduzem ao Alvorecer” e “Cinema Contemporâneo”, além de longas como “Santa Mônica” e “Passou”.

No filme, de apenas 12 minutos, Guga Patriota toma conta da tela em um texto que se revela um desabafo. Uma resposta a um estado de coisas. Experimentando a estrutura e quebrando barreiras entre a ficção, o ensaio e o documentário, Felipe André encontra em Tiradentes um palco ideal para a ousadia de seus projetos.

Com “Cinema Contemporâneo”, ele revisitou o trauma de uma violência e, nos anos que se seguiram, precisou lidar com toda a repercussão do curta. O sucesso rendeu boa visibilidade ao seu trabalho, mas, de certa forma, limitou seus horizontes de realização. “Achei que me expor seria um processo terapêutico, mas não foi. Na prática, limitou meu trabalho a falar desse lugar do corpo negro e queer em um contexto de abuso”, explica o diretor ao Diario. “Comecei a me frustrar por perceber que era isso o que boa parte dos curadores queria de mim, já que todas as outras histórias que tentei contar, antes e depois, não tiveram nem de longe o mesmo alcance”.

Diretor do grupo ATO Teatro e curador do Janela Internacional de Cinema do Recife, o realizador vem experimentando diferentes modelos narrativos e formais em seus trabalhos e, neste novo filme, exibido na Mostra Foco (principal competição de curtas do evento), retoma um dos mais doloridos processos de sua carreira e, ao mesmo tempo, pensa adiante.

Felipe André revela que está prestes a dirigir um filme musical, o que reflete seu desejo de ampliar a escala de seus trabalhos. “O tipo de cinema que me interessa, que é principalmente aquele de dramas contidos ‘de apartamento’, como muitos chamam, não mudou. Mas estou buscando cada vez mais um escopo maior”, diz. “Isso tudo gera, novamente, vários novos anseios, claro. E é por isso que a lógica do edital sempre me machucou muito, porque tenho a necessidade de filmar no agora, já que não sei até quando vou estar interessado naquela ideia”.

O conflito entre a experimentação, a dor, o tempo e a imaginação permeia todo o trabalho do diretor e, em “Cinema Moderno”, parece confluir para um lugar de transformação. Em toda a sua palpitação e intensidade, já totalmente internacionalizadas, o audiovisual pernambucano precisa desse motor de provocação para alcançar sua vastidão criativa.

“Tiradentes tem essa mística de ser o festival das grandes discussões e é, de fato. A gente sempre dá de cara com olhares bem díspares e o público que vem de fora é quase todo de cinema. E há ainda o público da cidade”, complementa. “As respostas que estou ouvindo sobre o meu, por exemplo, só poderiam vir dessa Mostra”.

Por Andre Guerra

Lula comemora as quatro indicações de ‘O Agente Secreto’ ao Oscar 2026

Sessão de
Sessão de “O Agente Secreto” no Palácio da Alvorada contou com frevo da Orquestra Popular do Recife e dança do grupo Guerreiros do Passo. (Ricardo Stuckert/Divulgação)

Na manhã desta quinta-feira (22), o presidente Lula parabenizou o filme pernambucano ‘O Agente Secreto’ pelas indicações ao Oscar nas categorias de melhor escalação de elenco, melhor filme internacional, melhor filme e melhor ator.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou as quatro indicações de “O Agente Secreto” ao Oscar. O filme de Kleber Mendonça Filho recebeu quatro indicações, de melhor elenco, melhor filme internacional, melhor filme e melhor ator.

Em várias publicações no Instagram, o presidente enalteceu as indicações. Disse que estar entre os indicados para o melhor elenco “reconhece a força de quem constrói essa história junto”. “Quando o trabalho é coletivo e o talento é valorizado, o Brasil brilha para o mundo”, afirmou.

Sobre a indicação do longa como melhor filme internacional, categoria que premiou “Ainda Estou Aqui” no ano passado, Lula disse ser “motivo de celebração para todo o país”. “Parabenizo o diretor Kleber Mendonça Filho e todo o elenco, que levaram a criatividade, a sensibilidade e a força da nossa história para o mundo. Quando a cultura brasileira é valorizada, o Brasil volta a ser protagonista no cenário internacional”, declarou.

Sobre a indicação a melhor filme, o presidente disse que “estar entre os melhores do mundo já é uma vitória da nossa cultura, do nosso talento e da nossa capacidade de contar histórias que atravessam fronteira”.

O presidente também comemorou a indicação de Wagner Moura na categoria de melhor ator. Disse que ele “tem o molho, tem talento de sobra, já levou o Globo de Ouro de melhor ator em filme drama e agora pode vir o Oscar de melhor ator”.

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Como ‘Ainda Estou Aqui’ influenciou STF a reabrir debate sobre Lei da Anistia na corte

O Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a analisar ações que questionam a Lei de Anistia, que perdoou crimes cometidos na Ditadura Militar (1964-1985).

Após anos sem julgar o tema, a Corte decidiu, nesta semana, dar repercussão geral a recursos que tentam destravar processos criminais contra acusados de matar opositores do regime, entre eles o deputado Rubens Paiva, cujo desaparecimento é tema do filme Ainda Estou Aqui, indiciado a três categorias do Oscar.

Quando um caso recebe repercussão geral significa que a decisão do STF valerá para todos os processos semelhantes em andamento no país. A Corte, no entanto, ainda vai julgar o mérito desses recursos — ou seja, decidir se a Lei da Anistia deve ou não ser revista. E não há previsão de data para isso por enquanto.

Para juristas especialistas em Lei da Anistia, a retomada do tema no STF foi impulsionada pelo filme Ainda Estou Aqui, que se tornou um sucesso de bilheteria e crítica ao contar a história do assassinato de Rubens Paiva, deputado cassado pelo regime militar, e os impactos de seu desaparecimento sobre sua família nos anos 1970.

Após indicação ao Oscar, Marcelo Rubens Paiva diz que ‘o mundo nunca precisou tanto de uma Eunice Paiva e uma Fernanda Torres’

O escritor paulistano Marcelo Rubens Paiva, autor do livro ‘Ainda estou aqui’, que inspirou o filme de Walter Salles, comemorou na tarde desta quinta-feira (23) as três indicações da produção que fala sobre a vida de sua família ao Oscar.

Paiva se disse emocionado com as três indicações do filme que conta a trajetória de sua mãe, a ativista e advogada dos Direitos Humanos Eunice Paiva.

“O mundo nunca precisou tanto de uma Eunice Paiva e uma Fernanda Torres. Inteligentes, democratas, guerreiras, coerentes, ativistas e felizes”, disse o escritor.

Ainda estou aqui” foi indicado à principal categoria do Oscar 2025, de Melhor Filme, nesta quinta-feira (23). É a primeira vez na história que um filme brasileiro disputa a maior categoria do Oscar.

A produção também tem outras duas indicações: Filme Internacional e Melhor Atriz (Fernanda Torres). O filme dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres é o primeiro longa original Globoplay.

Após o anúncio, o escritor postou nas redes sociais uma foto de sua mãe que, até o momento, já teve mais de 400 mil visualizações na rede X.

Buscas por Fernanda Torres atingem pico mundial após vitória no Globo de Ouro

As buscas por Fernanda Torres atingiram recorde ao redor do mundo nesta segunda-feira (6), segundo dados do Google Trends, após a brasileira vencer o prêmio de Melhor Atriz em filme de drama no Globo de Ouro, uma das principais premiações de Hollywood.

O pico foi registrado às 0h52 (horário de Brasília), minutos depois do anúncio da vitória feito por Viola Davis na cerimônia realizada em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Além do Brasil, as pesquisas foram feitas principalmente em Portugal, Irlanda, Canadá e Austrália.

Festival ‘Pernambuco Meu País’ tem 24 dias de atrações gratuitas, com shows, mostras, peças e exibições de filmes em oito cidades

O governo do estado divulgou, na noite de terça-feira (25), as atrações do Festival Pernambuco Meu País, anunciado em maio. O evento itinerante e gratuito acontece entre 12 de julho e 1º de setembro em oito cidades do interior, com shows, peças de teatro, exposições, sessões de cinema, feiras de artesanato, apresentações de cultura popular e encontros de literatura e gastronomia.

Entre as atrações musicais, estão Carlinhos Brown, Nando Reis, João Gomes, Chico César, Vanessa da Mata, Lenine, Alceu Valença, Diogo Nogueira, Capital inicial, Raça Negra, Duda Beat, Jorge Vercillo, Anavitória, Ana Carolina, Lia de Itamaracá, Maria Gadú, Preta Gil e Jorge Aragão.

A divulgação foi feita durante cerimônia com a governadora Raquel Lyra (PSDB) no Cais do Sertão, no Centro do Recife. Cada município participante terá três dias de programação, conforme o cronograma abaixo:

  • Taquaritinga do Norte — 12 a 14 de julho;
  • Bezerros (Serra Negra)— 19 a 21 de julho;
  • Gravatá — 26 a 28 de julho;
  • Pesqueira — 2 a 4 de agosto;
  • Caruaru — 9 a 11 de agosto;
  • Triunfo — 16 a 18 de agosto;
  • Arcoverde — 23 a 25 de agosto;
  • Buíque — 30 de agosto a 1º de setembro.

Atrações musicais em cada cidade

Taquaritinga do Norte

12 de julho:

Benil; As Januárias; Waldonys; Dorgival Dantas

13 de julho:

Renato Vilela; Odair José; José Augusto; Carlinhos Brown

14 de julho:

Volver; Ave Sangria; Hungria; Maneva

Bezerros (Serra Negra)

19 de julho:

Espetáculo Pernambuco Meu País; Joyce Alane; Almério; Duda Beat

20 de julho:

Ciel Santos; Ylana, com participação de Gabi da Pele Preta; Preta Gil; Paulo Miklos

21 de julho:

Isadora Melo; Erisson Porto; Oswaldo Montenegro; Jorge Vercillo

Gravatá

26 de julho:

Espetáculo Pernambuco Meu País; Rachel Reis; Tayara Andreza; Raça Negra

27 de julho:

Revoredo; Cascabulho; Chico César; Vanessa da Mata

28 de julho:

Larissa Lisboa; Maeana; Anavitória; Alceu Valença

Pesqueira

2 de agosto:

Espetáculo Pernambuco Meu País; Silvério Pessoa; Mundo Livre S/A; Nando Reis

3 de agosto:

N’Zambi; Tribo de Jah; Gabriel O Pensador; Falcão

4 de agosto:

Chorinho Ororubá; Pagode do Didi com convidadas; Fundo de Quintal; Diogo Nogueira

Caruaru

9 de agosto:

Espetáculo Pernambuco Meu País; Lenine; Academia da Berlinda; Dilsinho

10 de agosto:

Zé do Estado; Forró na Caixa; Mestrinho; João Gomes

11 de agosto:

Joanah Flor; Filipe Catto (canta Gal); Ana Carolina; Maria Gadú

Triunfo

16 de agosto:

Espetáculo Pernambuco Meu País; Mombojó; Biquíni Cavadão; Toni Garrido

17 de agosto:

Labaredas; Rossi Original; Só Brega (Conde); Tierry

18 de agosto:

Gerlane Lops; Natascha Falcão; Lucy Alves; Jorge Aragão

Arcoverde

23 de agosto:

Espetáculo Pernambuco Meu País; Luana Tavares; Negra Li; Francisco El Hombre

24 de agosto:

Berinho; Lipe Lucena; Nanara Bello; Matheus Fernandes

25 de agosto:

Lia de Itamaracá; Clayton Barros; Jorge du Peixe; Capital Inicial

Buíque

30 de agosto:

Espetáculo Pernambuco Meu País; Beto Hortis; Rogerinho; Caninana

31 de agosto:

Gangga Barreto; Edilza Aires; Adilson Ramos; Roberta Miranda

1º de setembro:

Samba de Coco Raizes de Arcoverde; Sem Compromisso; Dudu Nobre; Psirico

Data, tema, anfitriões… Tudo o que sabemos sobre o MET Gala 2024

A data mais esperada pelos fashionistas de plantão está se aproximando: o MET Gala 2024, que acontece na segunda-feira (06.05), em Nova York, Estados Unidos.

Com o tema “Belas Adormecidas: Despertando a Moda”, o evento, que tem como objetivo arrecadar fundos para o museu, contará com o comando de Anna Wintour. Os coanfitriões desta edição serão Bad BunnyJennifer Lopez, Chris Hemsworth e a tão esperada Zendaya receberão os convidados com o dress code “The Garden of Time” (“O Jardim o Tempo”, em português), inspirado no conto do mesmo nome de J.G. Ballard, escrito em 1962.

Explicando o tema

Para 2024, espere ver as celebridades mergulhando em peças histórias, que deverão ganhar releituras no tapete vermelho devido à fragilidade dos materiais. “Belas Adormecidas: Despertando a Moda” pretende mostrar referências de grandes costureiros como Elsa Schiaparelli, Yves Saint Laurent, Christian Dior, Hubert de Givenchy, entre outros, no Met Gala, com 250 peças do arquivo do Metropolitan Museum of Art, quase nunca vistas em público anteriormente.

 

Filme com Wagner Moura, “Guerra Civil” lidera bilheteria nos EUA no fim de semana

O novo longa de Wagner Moura“Guerra Civil”, chegou aos cinemas nos Estados Unidos na sexta-feira (12) e liderou a bilheteria durante todo o fim de semana, arrecadando US$ 25,7 milhões. A produção também marcou a maior estreia de um filme da produtora A24 no país.

O ator brasileiro vive um jornalista da Reuters na trama, que está cobrindo uma guerra civil nos EUA. Ao lado de três colegas, ele está a caminho de Washington D.C. para tentar uma entrevista com o Presidente antes da oposição chegar e o derrubar do poder.

Nomes como Kirsten Dunst (“Homem-Aranha”), Stephen McKinley Henderson (“Duna”), Cailee Spaeny (“Priscilla”) e Jesse Plemons (“Ataque dos Cães”) também compõem o elenco.

A direção é Alex Garland, conhecido por seus trabalhos em “Ex_Machina: Instinto Artificial” (2014) e “Aniquilação” (2018).

“Guerra Civil” chega aos cinemas brasileiros em 18 de abril.