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Feriado
Oficinas de Música da Festa de Zédantas têm início nesta terça-feira, em Carnaíba; veja como fazer inscrição
A Prefeitura de Carnaíba/PE, no Sertão do Pajeú, através da Diretoria Municipal de Cultura, vai oferecer Oficinas de Músicas, de forma gratuita, dentro da programação da 29ª Festa do poeta e compositor Zédantas.
As Oficinas terão início nesta terça-feira (15/10) e acontecerão no prédio da Escola de Música Maestro Israel Gomes, localizado no Centro da cidade, com instrumentos de sofro, cordas, percussão e acordeon, nos turnos manhã, tarde e noite.
As atividades serão ministradas pelos professores da Escola de Música, e os interessados em participar podem fazer inscrições na própria Escola com os documentos pessoais. Menores de idade devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis.
O encerramento das Oficinas acontecerá no dia 22 de outubro, com apresentações dos alunos na Escola de Música Maestro Israel Gomes.
Dia Internacional do Homem: celebrando a saúde e bem-estar masculino
O Dia Internacional do Homem, celebrado anualmente em 19 de novembro, é uma ocasião para destacar e promover a saúde e o bem-estar dos homens em todo o mundo. Instituído em 1999, em Trinidad e Tobago, o dia visa abordar questões que afetam os homens, incluindo saúde física e mental, igualdade de gênero e modelos de comportamento positivos.
A celebração do Dia Internacional do Homem é uma oportunidade para chamar a atenção para a saúde masculina, um aspecto frequentemente negligenciado. Estudos mostram que homens são menos propensos a procurar ajuda médica e têm maior risco de desenvolver doenças graves. A conscientização sobre a importância dos exames de rotina, práticas de vida saudável e o combate ao estigma em torno da saúde mental são temas centrais nesta data.
Além da saúde, o Dia Internacional do Homem também promove a igualdade de gênero. Ao incentivar uma visão equilibrada de papéis de gênero, a data busca valorizar a contribuição dos homens na sociedade, na família e no ambiente de trabalho, reconhecendo a importância de relações de gênero baseadas em respeito e parceria.
Em várias partes do mundo, o Dia Internacional do Homem é marcado por eventos e campanhas que visam educar e informar. Oficinas, palestras, maratonas de saúde e campanhas de mídia social são algumas das formas pelas quais as organizações e comunidades promovem a data. A mensagem é clara: a saúde e o bem-estar dos homens são fundamentais para o desenvolvimento de sociedades saudáveis e equilibradas.
Por que hoje é feriado em SP? Entenda origem do 9 de julho
O estado de São Paulo comemora nesta terça-feira, 9 de julho, a Revolução Constitucionalista, movimento menos conhecido para o resto do país, mas famoso para os paulistas. O dia é celebrado em homenagem ao movimento que se levantou contra a ditadura de Getúlio Vargas.
A data não é feriado nacional e só é comemorada no estado de São Paulo, e sua véspera é considerada ponto facultativo. A prefeitura da capital, inclusive, anunciou a suspensão do rodízio de veículos para o dia 8, além do dia 9, conforme diz a lei municipal 12.490.
Apesar da celebração se reservar ao estado de São Paulo, o evento que deu origem ao feriado teve proporções nacionais.
Como se iniciou o conflito?
A revolta teve início com a tomada do poder por Getúlio Vargas. Tropas gaúchas, em conjunto com forças de Minas Gerais e Paraíba, depuseram o presidente da República à época, Washington Luís, e impediram a posse do presidente eleito, o paulista Júlio Prestes.
Apesar de ter prometido que iria convocar novas eleições e promover uma Assembleia Nacional Constituinte para criar uma nova constituição para o país, Vargas fechou o Congresso e passou a governar por meio de decretos.
A elite política paulista, insatisfeita com Vargas, passou a se reunir com constitucionalistas de outros estados, a fim de formar uma oposição ao governo provisório. Dois grandes partidos do estado na época, o Partido Democrático (PD) e o Partido Republicano Paulista (PRP) se aliaram e formaram a Frente Única Paulista (FUP) contra o governo vigente.
As tensões chegaram a um limite em 23 de maio de 1932. Opositores ao regime varguista tentaram invadir a sede do Partido Popular Paulista (PPP), que apoiava o governante. O grupo de protestantes foi recebido a tiros pelas tropas de Vargas, o que resultou na morte de quatro jovens: Mário Martins de Almeida, de 25 anos, Euclides Miragaia, de 21, Dráusio Marcondes de Sousa, de 14, e Antônio Américo Camargo de Andrade, de 30 anos. Além deles, um quinto homem, Orlando Alvarenga, acabou falecendo meses depois em decorrência de ferimentos, após ter sido atingido por um tiro.
As mortes foram o estopim para a criação do MMDC — sigla para as iniciais dos jovens —, movimento conspiratório que passou a organizar um levante armado contra o governo Vargas.
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O conflito
O plano inicial do MMDC era tomar a capital paulista e dirigir-se à sede do governo federal, no Rio de Janeiro, junto com conspiradores de outros estados, a fim de tomar o país em, no máximo, dez dias. A empreitada deu certo a princípio e os paulistas dominaram a sede da 2ª Região Militar, além de ocupar outros estabelecimentos como os Correios e Telégrafos e estações ferroviárias.
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Entretanto, o tempo começou a fechar quando os paulistas rumaram para o Rio de Janeiro. A Revolução Constitucionalista acabou não sendo aderida de forma relevante por outros estados e São Paulo acabou isolada e sofrendo com armamento e táticas pouco efetivos.
A revolta durou 87 dias e terminou no dia 1º de outubro de 1932. Os dados oficiais apontam para um total de 934 baixas, mas estimativas extraoficiais calculam cerca de duas mil mortes no conflito.
Apesar da derrota para as forças varguistas, a Constitucionalista foi um dos principais catalisadores para a confecção e promulgação da Constituição de 1934 — que acabou rasgada por Vargas e substituída pela Carta Magna de 1937, que instaurou a ditadura do Estado Novo.
Lula diz que pretende transformar o 2 de Julho em 2ª data oficial da independência brasileira
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, na quinta-feira (4), que pretende transformar a data de 2 de Julho em um segundo dia oficial da Independência do Brasil.
A declaração foi dada durante o lançamento da pedra fundamental Orion em Campinas, no interior de São Paulo. O petista discursava sobre a necessidade de valorizar o país e a história nacional. Ele afirma que a verdadeira independência ocorreu após a data que hoje é comemorada, o 7 de setembro de 1822.
“Tem a independência que foi o grito do imperador, que a gente nem sabe se deu o grito mesmo […] Mas nós tivemos a verdadeira independência do Brasil, que foi o resultado final da expulsão dos últimos portugueses em 2 de julho em Salvador, na Bahia. Ali houve luta e houve mulheres heroínas. Muitas mulheres que lutaram para garantir a independência”, disse o petista.
A data em questão é celebrada anualmente na Bahia como símbolo histórico de quando os portugueses foram expulsos do Brasil.
Desde 1822, os baianos reivindicavam a soberania nacional e um governo composto por brasileiros. A coroa portuguesa não aprovava a revolução, pois não queria perder o controle da colônia.
A partir disso, batalhas foram travadas até chegar em Salvador, em 2 de julho de 1823, quando os últimos portugueses perderam a disputa definitivamente e tiveram que abandonar o país.
Com fanfarras, a presença de políticos e grupos populares, o presidente atravessou as ruas da cidade acompanhando o desfile na última terça-feira (2). O governador do estado, Jerônimo Rodrigues (PT), relatou que Lula quer adicionar aos livros didáticos das escolas brasileiras a história hoje celebrada na Bahia.
Dia Internacional da Mulher com uma grande programação em Carnaíba.
8 de Março: Dia Internacional da Mulher
“O Dia Internacional da Mulher é uma data comemorativa que foi oficializada pela Organização das Nações Unidas na década de 1970. Essa data simboliza a luta histórica das mulheres para terem suas condições equiparadas às dos homens. Inicialmente, essa data remetia à reivindicação por igualdade salarial, mas, atualmente, simboliza a luta das mulheres não apenas contra a desigualdade salarial, mas também contra o machismo e a violência.”
História do Dia Internacional da Mulher.
O Dia Internacional da Mulher existe, enquanto data comemorativa, como resultado da luta das mulheres por meio de manifestações, greves, comitês etc. Essa mobilização política, ao longo do século XX, deu importância para o 8 de março como um momento de reflexão e de luta. A construção dessa data está relacionada a uma sucessão de acontecimentos.
Uma primeira história que ficou muito conhecida como fundadora desse dia narra que, em 8 de março de 1857, 129 operárias morreram carbonizadas em um incêndio ocorrido nas instalações de uma fábrica têxtil na cidade de Nova York. Supostamente, esse incêndio teria sido intencional, causado pelo proprietário da fábrica, como forma de repressão extrema às greves e levantes das operárias, por isso teria trancado suas funcionárias na fábrica e ateado fogo nelas. Essa história, contudo, é falsa e, por isso, o 8 de março não está ligado a ela.
Existe, no entanto, outra história que remonta a um incêndio que de fato aconteceu em Nova York, no dia 25 de março de 1911. Esse incêndio aconteceu na Triangle Shirtwaist Company e vitimou 146 pessoas, 125 mulheres e 21 homens, sendo a maioria dos mortos judeus. Essa história é considerada um dos marcos para o estabelecimento do Dia das Mulheres.
As causas desse incêndio foram as péssimas instalações elétricas associadas à composição do solo e das repartições da fábrica e, também, à grande quantidade de tecido presente no recinto, o que serviu de combustível para o fogo. Além disso, alguns proprietários de fábricas da época, incluindo o da Triangle, trancavam seus funcionários na fábrica durante o expediente como forma de conter motins e greves. No momento em que a Triangle pegou fogo, as portas estavam trancadas.
Dia Internacional da Mulher
Após a Segunda Guerra Mundial, o dia 08 de março tornou-se aos poucos o símbolo principal de homenagens às mulheres (em virtude da greve das russas). Também foi associado ao mês de março, a partir de então, o evento do incêndio em Nova York, ocorrido no dia 25, como narrado anteriormente.
A partir dos anos 1960, a comemoração do dia 8 de março já tinha se tornado tradicional, mas foi oficializada pela ONU apenas em 1975, quando essa organização declarou o Ano Internacional das Mulheres, como uma ação voltada ao combate das desigualdades e discriminação de gênero em todo mundo. Como parte desses esforços, o dia 8 de março foi oficializado como o Dia Internacional da Mulher.
Importância do Dia da Mulher
O Dia Internacional da Mulher não é um mero dia voltado simplesmente a homenagens triviais às mulheres, mas diz respeito a um convite à reflexão referente a como a nossa sociedade as trata. Essa reflexão vale tanto para o campo do convívio afetivo, familiar e social quanto para as questões relacionadas ao mercado de trabalho.
Inúmeros estudos comprovam que ainda hoje as mulheres sofrem com a desigualdade no mercado de trabalho em relação aos homens. A presença das mulheres no mercado de trabalho ainda é menor do que a dos homens, uma vez que dados de 2018 apontam que, no mundo, apenas 48% das mulheres maiores de 15 anos estão empregadas – para os homens, esse número é de 75%.
Atualmente, menos de 70% dos homens concordam com o fato de que muitas mulheres preferem trabalhar a ficar em casa cuidando de serviços domésticos. As mulheres ainda sofrem prejuízos no mercado de trabalho por engravidarem, uma vez que o número de mulheres que abandonam o seu trabalho por conta de seus filhos chega a 30%, enquanto que somente 7% dos homens abandonam seus empregos pelo mesmo motivo.
Para agravar essa situação, metade das mulheres que engravidam perdem seus empregos quando retornam da licença-maternidade e ainda, em pleno século XXI, existem aqueles que defendem que mulheres devem ganhar menos, simplesmente por poderem engravidar. Isso, inclusive, é uma realidade no Brasil, pois as mulheres recebem, em média, 20% menos que os homens.
Todas essas estatísticas demonstram como o preconceito de gênero prejudica as mulheres no mercado de trabalho. As mulheres, no entanto, não têm a sua vida prejudicada somente no mercado de trabalho, uma vez que a violência de gênero, o abandono que muitas sofrem de seu parceiro durante a gravidez e os assédios são realidades que muitas mulheres sofrem.
O 8 de março é um dia para reflexão a respeito de toda a desigualdade e a violência que as mulheres sofrem no Brasil e no mundo. É um momento para combater o silenciamento que existe e que normaliza a desigualdade e as violências sofridas pelas mulheres, além de ser um momento para repensar atitudes e tentar construir uma sociedade sem desigualdade e preconceito de gênero.