Neste sábado, 08, haverá cerimônia de entrega de veículos e assinatura de ordens de serviços em Carnaíba

No próximo sábado, 08 de junho, a população carnaibana está convidada para participar da cerimônia de entrega oficial de veículos e assinatura de ordens de serviços, a partir das 09h30, em frente ao Banco do Brasil. Presenças confirmadas dos senadores Fernando Dueire e Humberto Costa

Serão entregues cinco tratores que beneficiarão as seguintes comunidades: Barreiro do Fabiano, Brejo de Dentro, Jatobá, Barreiros de Ibitiranga e Itã. Além disso, uma unidade Odontomóvel e um carro para a Guarda Municipal.

Serão dadas as seguintes ordens de serviço: Pavimentação asfáltica de 18 mil m², construção de nova Unidade Básica de Saúde na Itã; ampliação do Laboratório de Análises Clínicas no hospital; obra de drenagem das águas pluviais na sede do município; 15 mil m² de calçamento na sede do município, nos bairros Gitirana, Bela Vista e Carnaíba Velha e biblioteca para atender as escolas Maria da Paz Barbosa e Creche Marluce Bezerra.

Rio Grande do Sul tem 616 mil pessoas fora de casa pela calamidade

Mais de 616,6 mil pessoas ainda estão impossibilitadas de voltar para suas casas no Rio Grande do Sul, devido à calamidade pública provocada pelas fortes chuvas que caíram no estado entre o fim de abril e maio.

Entre elas, 37.154 estão abrigadas temporariamente em um dos 857 abrigos provisórios disponibilizados pelo estado. De acordo com o balanço das enchentes atualizado pela Defesa Civil no estado, nesta segunda-feira (3), 579.457 pessoas ainda estão desalojadas, morando temporariamente em casas de parentes, amigos ou à beira de estradas, enquanto não podem retornar às suas residências.

A tragédia provocou 172 mortes, conforme divulgado pela Defesa Civil neste domingo. E 42 pessoas ainda seguem desaparecidas. Desde o início das fortes chuvas, 77,8 mil pessoas foram resgatadas e também 12,5 mil animais silvestres, domésticos e de produção foram resgatados das enchentes, como cachorros, gatos, cavalos, porcos, bois e galinhas.

No período de pouco mais de um mês da ocorrência dos eventos climáticos 2.390.556 pessoas foram afetadas direta ou indiretamente por eles, o que equivale a 21,97% da população total do estado (10,88 milhões de habitantes, residentes em 475 municípios impactados pelas chuvas e cheias.

Privatização de praias: entenda o que muda com proposta que tramita no Senado

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal voltou a discutir, nesta segunda-feira (27), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que pode, na prática, privatizar praias brasileiras.

O texto tramita na CCJ do Senado desde 2022. A matéria tem autoria do ex-deputado federal Arnaldo Jordy (Cidadania-PA) e foi aprovada pela Câmara após passar por uma comissão especial e pela CCJ da Casa.

No Senado, a relatoria é do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que já divulgou parecer favorável à proposta.

Como é a propriedade das praias hoje?

A PEC altera o entendimento sobre terrenos de marinha. Esses territórios são áreas localizadas na costa marítima brasileira, como praias, além de margens de rios e lagoas.

Atualmente, a Constituição prevê que esses terrenos são propriedade da União. Por isso, o acesso a esses locais é público. Esses espaços podem ser utilizados livremente pela população — exceto nas áreas controladas pelas Forças Armadas.

De acordo com a legislação brasileira, o acesso às praias é liberado mesmo quando os territórios estão próximos a propriedades privadas, como o caso de resorts e hotéis no litoral. Nessas situações, qualquer banhista pode ter acesso às praias, já que a terra é propriedade da União.

Como fica se a PEC das praias for aprovada com o texto atual?

A PEC sugere a revogação de um trecho da Constituição e propõe que a transferência dos territórios de marinha para ocupantes particulares, estados e municípios seja autorizada.

Na prática, empresas e outros ocupantes particulares poderão adquirir a posse desses territórios. Para que isso ocorra, será necessário realizar uma inscrição junto ao órgão de gestão do patrimônio da União.

Se aprovado, o texto permitirá que empresas de diversos setores passem a ter domínio sobre esses territórios, como resorts, hotéis, cassinos e instituições de outros segmentos.

Essa prática ocorre em diversos polos turísticos do mundo. É o caso da cidade de Cancún, no México, conhecida por ter resorts com praias paradisíacas particulares.

União, estados e municípios

Ainda de acordo com o texto, a União poderá ter o domínio sobre praias e demais terrenos de marinha em ocasiões específicas. Nesses casos, o acesso aos territórios contínua público:

  • áreas afetadas ao serviço público federal;
  • áreas que tiverem unidades ambientais federais;
  • áreas não ocupadas.

A PEC também sugere que estados e municípios passem a ter domínio por áreas afetadas ao serviço público estadual e municipal, “inclusive as destinadas à utilização por concessionárias e permissionárias de serviços públicos”.

O que diz o relator?

Em seu parecer, Flávio Bolsonaro disse que o objetivo da PEC “é extinguir os terrenos de marinha e estabelecer um regime patrimonial específico para esses bens”.

Segundo o relator, os terrenos de marinha “causam prejuízos aos cidadãos e aos municípios”. “O cidadão tem que pagar tributação exagerada sobre os imóveis em que vivem: pagam foro, taxa de ocupação e Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU)”, defendeu.

“Já os municípios, sofrem restrições ao desenvolvimento de políticas públicas quanto ao planejamento territorial urbano em razão das restrições de uso dos bens sob domínio da União”, complementou o senador.

Entidades criticam

Contrários ao texto, parlamentares citam estudos de organizações ambientalistas que apontam que uma eventual aprovação da proposta pode comprometer a biodiversidade do litoral brasileiro.

Em nota, o Observatório do Clima, grupo que reúne diversas entidades em defesa do meio ambiente, disse que a atuação é fundamental para preservar as regiões contra enchentes e deslizamentos, por exemplo.

“Essas áreas preservam nossa biodiversidade e equilíbrio dos ecossistemas costeiros. Privatização pode trazer danos irreversíveis”, cita a nota.

Ciclone provoca chuva forte e ventos de mais de 80 km/h no Sul

Uma ampla área de baixa pressão atmosférica, um ciclone extratropical, está se desenvolvendo em alto-mar, afastado da costa gaúcha, intensificando os ventos fortes e causando chuvas em parte do leste da região Sul entre esta segunda (27) e a terça-feira (28).

Uma ampla área de baixa pressão atmosférica, um ciclone extratropical, está se desenvolvendo em alto-mar, afastado da costa gaúcha, intensificando os ventos fortes e causando chuvas em parte do leste da região Sul entre esta segunda (27) e a terça-feira (28).

Nas áreas do extremo sul do Rio Grande do Sul, podem ocorrer ventos fortes acima de 80 km/h e acumulado de chuva que ultrapassam 80 mm até a madrugada desta terça-feira (28).

Ar frio se intensifica

A formação e deslocamento do sistema de baixa pressão estende uma frente fria, que intensifica o ar frio sobre toda o Sul e também em parte do Sudeste e Centro–Oeste, informa o Inmet.

Na terça-feira, a umidade continua presente no Rio Grande do Sul, o vento aumenta de intensidade na faixa leste da região, e ocorrem chuviscos e chuva fraca isolada, inclusive na Grande Porto Alegre.

Na tarde da quarta-feira (29), o tempo começa a ficar mais seco sobre a faixa leste do Rio Grande do Sul, com a entrada de sistema de alta pressão e o afastamento da baixa pressão para o oceano.

Devido à umidade, ao vento e ao deslocamento de ar a sensação térmica será de frio. Madrugadas frias serão observadas até a quinta-feira (29), com mínimas perto de zero grau nas áreas serranas, e entre 5 °C e 10 °C em ampla área do Sul.

Até o sábado (1°) o tempo permanece estável, com predomínio de sol e sem chuvas no Rio Grande do Sul.

 

Papua-Nova Guiné estima que 2.000 pessoas possam estar soterradas após avalanche

O Centro Nacional de Desastres de Papua-Nova Guiné atualizou para 2.000 o número de pessoas possivelmente soterradas após um grande deslizamento de terra na semana passada, informou o governo local nesta segunda-feira (27).

A agência da Organização Internacional para as Migrações da ONU (OIM) estimou um número de soterrados e mortos mais baixo: 670 pessoas.

O deslizamento de terra atingiu a aldeia de Yambali, no norte do país, por volta das 3 da manhã de sexta-feira (24), enquanto a maior parte da comunidade dormia. Mais de 150 casas foram soterradas sob escombros de quase dois andares de altura.

As equipes de resgate disseram à mídia local que ouviram gritos vindos do subsolo. Mas um terreno traiçoeiro e a dificuldade de levar ajuda à região aumentam o risco de poucos sobreviventes serem encontrados.

“Tenho 18 membros da minha família enterrados sob os escombros”, disse Evit Kambu, morador na área, à Reuters.

Mais de 72 horas depois do deslizamento, os moradores ainda usam pás, paus e as próprias mãos para tentar remover os destroços e alcançar os sobreviventes.

Devido à localização remota, o equipamento pesado para trabalhar nas operações de resgate e a ajuda humanitária têm demorado a chegar no local. A primeira escavadeira só chegou ao local na noite de domingo (26), segundo um funcionário da ONU.

O contato com outras partes do país também está difícil e instável, devido à recepção irregular de sinal de celular e à eletricidade limitada.

Frente fria avança pelo Brasil, muda clima e baixa temperatura

A frente fria que avança pelo Brasil está trazendo mudanças climáticas significativas, com destaque para temporais e quedas de temperatura no Sul, enquanto o Centro-Oeste e Sudeste continuam a enfrentar calor intenso e seca.

Imagens de satélite mostram que a frente fria já provoca temporais no Rio Grande do Sul, enquanto o Brasil central permanece com sol forte e calor. As chuvas estão concentradas no extremo norte do país, especialmente em Roraima e norte do Pará, devido à Zona de Convergência Intertropical.

Impacto na região Sul

No Sul, a frente fria está provocando temporais e a chegada de ar polar. Nas próximas 48 horas, espera-se que tempestades avancem pelo Rio Grande do Sul, sul de Santa Catarina, Paraná e sul de Mato Grosso do Sul, trazendo chuvas intensas, risco de granizo e rajadas de vento que podem superar 70 km/h.

A temperatura também deve cair significativamente, com previsão de geada nas áreas de baixada do Rio Grande do Sul e Santa Catarina durante o fim de semana, onde os termômetros podem marcar entre 2 ºC e 4 ºC.

Calor e seca no Centro-Oeste e Sudeste

Enquanto isso, o Brasil central enfrenta temperaturas elevadas e seca. As máximas podem atingir 36 ºC em Cuiabá; 34 ºC no Maranhão e Piauí; e até 37 ºC em Paragominas (PA). A umidade do solo está abaixo de 40% em diversas regiões, prejudicando a segunda safra de milho no Centro-Oeste, Sudeste e interior do Matopiba (região que compreende áreas de Cerrado do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Essa condição agrava a situação agrícola, com prejuízos significativos para os produtores.

Chuvas no Norte e Nordeste

No Norte e Nordeste, a previsão é de chuvas intensas. Roraima pode registrar volumes superiores a 100 mm nos próximos cinco dias, prejudicando os trabalhos de campo. O litoral de Pernambuco e áreas do interior do estado e da Paraíba também devem receber chuvas significativas, com risco de alagamentos.

A chuva será intensa no extremo norte, principalmente no Pará, enquanto Acre e Rondônia terão volumes mais moderados.

Previsões para o fim do mês

Nos próximos cinco dias, o Rio Grande do Sul ainda deve receber 50 mm de chuva, agravando a situação das áreas já saturadas de umidade. Após esse período, espera-se uma janela de tempo seco por pelo menos dez dias.

A chuva também deve chegar a São Paulo e sul de Minas Gerais, com volumes de até 20 mm, ajudando na reposição hídrica do solo. No entanto, áreas do interior paulista e Triângulo Mineiro continuarão enfrentando seca.

A previsão para a última semana de maio e início de junho indica que a região Sul terá uma redução significativa nas chuvas, proporcionando uma janela de tempo seco. Já no Norte e Nordeste, a chuva deve se intensificar, especialmente no litoral de Pernambuco, com volumes que podem causar alagamentos e transtornos nas áreas afetadas.

Carnaíba: Povoado de Serra Branca é contemplada com obras de saneamento básico

Palco de múltiplas obras de mobilidade urbana, o povoado de Serra Branca está sendo contemplado por mais um serviço essencial para o bem estar da população local, o saneamento básico.

Nesta terça-feira (21) a prefeitura de Carnaíba iniciou através da Secretaria de Obras a realização de obras para a colocação de tubos de esgoto em algumas ruas do povoado, contemplando diversas casas com o serviço de saneamento básico.

Além dos serviços de saneamento, o povoado também está sendo contemplado com novas obras de calçamento em algumas localidades.

CPRH faz apreensão de carreta com mais de 20 toneladas de madeira irregular em Serra Talhada

A Agência Estadual de Meio Ambiente – CPRH apreendeu, no último sábado, 18, um caminhão carregado com 21 toneladas de madeira irregular no município de Serra Talhada. O veículo saiu do estado do Ceará com destino ao município de Garanhuns, no Agreste pernambucano, quando foi abordado por agentes da Polícia Rodoviária Federal que desconfiaram do excesso de carga do caminhão e acionaram a CPRH.

Os fiscais da Agência constataram que na nota fiscal apresentada pelo motorista constava 18m³ de madeira, o que equivale a 15 toneladas, entretanto o caminhão transportava 25m³, o equivalente a 21 toneladas do produto: seis toneladas a mais do que o autorizado pela documentação. Por conta da irregularidade, a carga e o caminhão foram apreendidos e o motorista multado em R$ 15 mil. A intensificação das fiscalizações faz parte dos esforços da CPRH em combater o desmatamento ilegal em Pernambuco.

“Nossas equipes estão trabalhando de forma conjunta com a Polícia Rodoviária Federal para coibir o transporte irregular e ilegal de madeira no estado. Essas documentações irregulares causam sonegação de impostos, além da falta de controle da área desmatada”, explicou a gerente de Fiscalização Recursos Naturais da CPRH, Elba Borges.

Toda a carga irregular será doada à Unidade de Conservação Reserva de Floresta Urbana (FURB) Mata do Passarinho, em Olinda. “A Madeira vai servir de cercamento da UC. Acredito que seja uma forma de usar madeira ilegal para um fim de conservação da natureza.”, concluiu Elba Borges.

Enchentes no RS: Dr. Kalil diz como se proteger de possíveis surtos de doenças

As fortes chuvas e enchentes no Rio Grande do Sul têm deixado um rastro de destruição e preocupação com a saúde pública. O médico Roberto Kalil, presidente do Conselho do Instituto do Coração (InCor), alertou para os riscos de surtos de doenças decorrentes do contato com a água contaminada.

Principais ameaças à saúde

Entre as principais ameaças, Kalil destacou as gastroenterocolites (infecções intestinais), a leptospirose, o tétano e a raiva. A leptospirose, causada pela bactéria Leptospira, pode ser transmitida pela urina de ratos e apresenta risco de formas graves.

Além disso, com a queda das temperaturas, há preocupação com as infecções respiratórias, como gripes e Covid-19, que podem se espalhar rapidamente nos abrigos improvisados.

“São vários problemas que agridem a população tanto na fase da tragédia, quanto nas semanas e meses que se seguem.”

Importância da vacinação

O especialista enfatizou a importância da vacinação contra doenças respiratórias, principalmente para a população mais vulnerável, como crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

Ele lembrou, também, que não há vacina contra a leptospirose, sendo crucial buscar atendimento médico imediato em caso de sintomas.

“A vacina tem um efeito importante nos próximos meses, porque vamos entrar no inverno, onde entramos num problema sério dos quadros gripais em uma população que está fora de suas casas, em abrigos, onde a contaminação vai ser muito maior.”

Cuidados essenciais

Kalil recomendou cuidados redobrados para quem esteve em contato com a água contaminada, mesmo que breve. “Qualquer sintoma, como febre ou mal-estar, é importante procurar atendimento médico”, alertou.

Ele também destacou a necessidade de higiene e cuidados especiais nos abrigos para evitar a propagação de doenças.

As autoridades de saúde estão trabalhando para criar espaços alternativos de atendimento, como hospitais de campanha, diante da destruição de unidades de saúde pela enchente. A situação exige atenção contínua e medidas preventivas para proteger a população afetada.

Abrigos não podem ser “contaminados” por presos, diz prefeito gaúcho.

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), disse que os abrigos para desalojados pelas enchentes não podem ser “contaminados” por presos do sistema penal.

Melo afirmou ter recorrido ao governo do Estado, Ministério Público, Defensoria e Judiciário para sanar a questão, mas providências foram negadas pelos 2 últimos. Os órgãos apontaram preconceito no tratamento diferenciado a condenados pela Justiça exigido pelo prefeito.

“Não é questão de preconceito. Eu não posso ter 15.000 pessoas acolhidas –crianças, mulheres, homens, trabalhadores– e contaminar com gente que é do sistema penal”, disse Melo no domingo (12/05/2024), em entrevista à TV Pampa.

“O que eu espero é um consenso, para que a gente resolva isso e retire essas pessoas desses abrigos. Elas devem estar em outro lugar, não lá. Porque os abrigos vão permanecer e não podem ser contaminados”, completou.

No sábado (11/05), Melo já havia se manifestado sobre a presença de apenados do regime semiaberto nos abrigos. “Não podemos expor a população a conflitos de segurança dentro dos espaços. Existe alinhamento com Estado e MP para abrigo alternativo, mas precisamos do entendimento do Judiciário e da Defensoria”, escreveu em seu perfil do X (ex-Twitter).

VIOLÊNCIA NO RS

A Polícia Civil e a Brigada Militar prenderam 78 pessoas no Rio Grande do Sul de 2 de maio – quando o Estado passou a sofrer com as enchentes causadas pelas chuvas históricas– até essa Segunda feira (13/05). A maioria dos crimes foi de assalto ou saque.

Na Quinta feira (9/05), 6 pessoas foram presas por suspeita de crimes sexuais em abrigos. Do total de prisões, 30 foram realizadas em abrigos, onde estão mais de 79.000 pessoas deslocadas pelas enchentes no Estado.

Desde 28 de abril, 147 pessoas morreram no Rio Grande do Sul por causa das enchentes. A Defesa Civil do Estado atualizou os números às 12h desta Segunda feira (13/05/2024): são 538.241 desalojados, 127 desaparecidos e 806 feridos. Ao todo, 2,1 milhões de pessoas e 447 municípios foram afetados.