Eleições de 2026: E-Título fica fora do ar neste sábado (29) para manutenção
O aplicativo e-Título, de obtenção da via digital do título de eleitor, passará por uma manutenção neste sábado (29). O aplicativo ficará fora do ar das 8h30 às 18h, para uma preparação para as eleições, conforme divulgou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A ação prevê a migração do e-Título para uma nuvem e a realização de testes que simulam situações reais em componentes tecnológicos “essenciais”, de acordo com o órgão.
Com o procedimento, será possível validar os processos de recuperação dos serviços e treinar equipes técnicas e operacionais para atuar com segurança em eventuais cenários de indisponibilidade durante o período eleitoral, afirma o TSE.
Outros sistemas
Também podem passar por instabilidade outros sistemas da Justiça Eleitoral, especialmente nos serviços que utilizam o mecanismo de autenticação em dois fatores (2FA) por meio de aplicativos geradores de códigos.
Diante disso, a Justiça Eleitoral orienta os eleitores a se planejarem previamente para evitar transtornos durante a janela de indisponibilidade.
Com tempos e estratégias diferentes, Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL) escolheram caminhos distintos para se apresentar ao eleitorado (Fotos: Rafael Vieira/DP Foto, Edson Holanda e Karol Rodrigues/DP Foto )
Programas exibidos nesta sexta-feira (28) marcaram a estreia da propaganda eleitoral para o Governo de Pernambuco no rádio e na televisão; enquanto Raquel apostou no balanço da gestão, João destacou parceria com Lula e Ivan apresentou sua trajetória
Os candidatos ao Governo de Pernambuco estrearam, nesta sexta-feira (28), seus primeiros programas no guia eleitoral de televisão. Com tempos e estratégias diferentes, Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL) escolheram caminhos distintos para se apresentar ao eleitorado e dar o pontapé inicial na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas.
A governadora e candidata à reeleição apostou em uma mensagem de continuidade, com balanço de realizações do primeiro mandato e um tom pessoal. João Campos priorizou a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e apresentou novas promessas para o estado, especialmente na área da saúde. Já Ivan Moraes utilizou o espaço para resgatar sua trajetória profissional, atuação em movimentos sociais e passagem pela Câmara do Recife.
Raquel Lyra aposta em balanço da gestão e discurso pessoal
No primeiro guia, Raquel Lyra buscou apresentar ao eleitor um balanço dos resultados de sua gestão e reforçar a ideia de que o estado avançou durante seu primeiro mandato. Em uma peça de cerca de quatro minutos, a governadora também adotou um tom pessoal ao falar sobre o período em que assumiu o comando de Pernambuco.
Raquel afirmou que se tornou governadora “no momento mais difícil da minha vida”, em referência à morte do marido, o empresário Fernando Lucena. Segundo ela, estar à frente do estado permitiu “seguir em frente, cuidar dos meus e cuidar de Pernambuco”.
A candidata também afirmou que não encontrou “a casa arrumada” ao assumir o governo e destacou a passagem por diferentes regiões de Pernambuco. Entre as ações citadas no programa estão a geração de empregos com carteira assinada, o crescimento da economia, a recuperação de estradas, reformas de hospitais e a construção de creches.
Ao final, Raquel pediu o voto do eleitor para permanecer no cargo e associou a continuidade da gestão à entrega de obras e serviços. “Eu quero ser governadora de Pernambuco para continuar liderando esse estado pelos próximos anos”, afirmou.
João Campos coloca Lula no centro do primeiro programa
A estratégia de João Campos foi marcada pela presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao lado do petista, o candidato do PSB apresentou a aliança entre os dois como um dos pilares de sua campanha ao Governo de Pernambuco.
Na sabatina da TV Globo, candidato comparou investimento no filme a aportes feitos pelo Grupo Globo
O candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou nesta sexta-feira (28) que o patrocínio de R$ 61 milhões que pediu ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para o filme “Dark Horse”, cinebiografia de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), foi feito de “boa-fé”.
Durante a sabatina da TV Globo, o senador comparou o investimento no filme a outros aportes feitos por Vorcaro.
“É importante separar o tipo de relação privada que envolve esse tipo de patrocínio para o filme, que é o mesmo tipo de relação privada de um banqueiro que investiu R$ 160 milhões para um programa do Luciano Huck aqui da Globo. É a mesma pessoa que fez um investimento de R$ 50 milhões para uma palestra em Nova York. O patrocínio do Grupo Globo foi patrocínio de boa-fé”, disse o senador.
Segundo o candidato, a relação com Vorcaro era apenas “privada”. “A única relação que eu tinha com ele era sobre esse filme, mais nada. Não queria que essa obra de arte fosse perdida. (…) Foi uma forma de garantir que esse filme acontecesse”, disse.
Flávio foi questionado insistentemente se divulgaria o contrato feito com o ex-dono do Banco Master, uma vez que as investigações não conseguiram identificar o caminho do dinheiro, e o próprio havia prometido divulgá-lo, mas afirmou apenas que as informações foram divulgadas pela imprensa.
“Tudo já veio à tona pela imprensa. (…) O que a perícia conclui? Não há um centavo de dinheiro público nesse filme. O contrato também veio à tona quando vazaram as conversas. Já está apresentada. O que a produtora usou para fazer esse filme foi mais do que o valor dado.”
Flávio diz que irmão errou no tarifaço
Durante a sabatina, o senador disse reconhecer o erro do irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, ao agradecer ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelas tarifas impostas aos produtos brasileiros.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (28), durante agenda de campanha em Salvador (BA), que o governo pretende anunciar na próxima semana o fim da fila de espera do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
“Eu vou anunciar o zeramento da fila do INSS. Vocês estão lembrando que quando eu peguei tinha 3 milhões, na semana que vem eu vou anunciar que nós chegamos ao mínimo: 251 mil pessoas na fila”, disse Lula.
Durante entrevista ao Jornal Nacional nesta quinta (27), Lula também mencionou a fila do INSS e disse que as cerca de 251 mil pessoas ainda estarão esperando por até 45 dias, patamar que classificou como “normal”. Ele disse que o anúncio será feito em Brasília.
A meta de zerar a fila havia sido anunciada por Lula na campanha de 2022. O tema foi retomado em junho, quando Lula afirmou que a presidente do INSS, AnaCristinaSilveira, havia se comprometido a eliminar a espera por benefícios até setembro.
Ana Cristina assumiu o cargo em substituição de Gilberto Waller, que foi demitido em 13 de abril deste ano. O tamanho da fila e a demora para analisar pedidos de benefício foi um dos motivos para que ele deixasse o comando do órgão.
Logo que iniciou os trabalhos à frente da presidência do INSS, Ana Cristina disse que sua principal função seria recuperar a confiança da população e que o volume de processos em atraso era de menos de um milhão.
De acordo com ela, a fila do INSS – de 2,7 milhões de pessoas – não condiz com a realidade dos processos em atraso. Para ela é preciso subtrair desse total 1,3 milhão de pedidos novos que entram mensalmente e mais 500 mil processos que dependem de ação dos segurados.
Nesta semana, o INSS divulgou que a fila estava em 1,28 milhão de requerimentos.
A chamada “fila zerada” não significa que o INSS deixará de receber novos pedidos, mas que não haverá requerimentos pendentes de análise além do prazo considerado regular pelo órgão.
Atos dos presidenciáveis Lula e Flávio Bolsonaro – Foto: Paulo Pinto e Fernando Frazão/ Agência Brasil
Além de contar com o maior colégio eleitoral do país, região concentra percentual significativo de indecisos e é considerada estratégica para a disputa presidencial
O empate técnico nos maiores colégios eleitorais do país entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas pesquisas Quaest divulgadas nesta semana ajuda a entender o foco estratégico de intensificar as suas agendas no Sudeste das duas principais campanhas ao Planalto.
No levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 30% das intenções de voto e Lula com 29% em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, os cenários de empate técnico também estão capturados.
Em Minas, Flávio Bolsonaro aparece com 31% das intenções de voto e Lula com 30%. Já no Rio de Janeiro, o senador pontuou com 31%, contra 29% do presidente. Nos dois estados, a margem de erro é de três pontos percentuais.
No levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 30% das intenções de voto e Lula com 29% em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, os cenários de empate técnico também estão capturados.
Em Minas, Flávio Bolsonaro aparece com 31% das intenções de voto e Lula com 30%. Já no Rio de Janeiro, o senador pontuou com 31%, contra 29% do presidente. Nos dois estados, a margem de erro é de três pontos percentuais.
No levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 30% das intenções de voto e Lula com 29% em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, os cenários de empate técnico também estão capturados.
Em Minas, Flávio Bolsonaro aparece com 31% das intenções de voto e Lula com 30%. Já no Rio de Janeiro, o senador pontuou com 31%, contra 29% do presidente. Nos dois estados, a margem de erro é de três pontos percentuais.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizará, no dia 29 de agosto, uma atualização programada no aplicativo e-Título com o objetivo de preparar a plataforma para as Eleições Gerais de 2026.
A ação prevê a migração do e-Título para um ambiente produtivo em nuvem e a realização de testes que simulam situações reais em componentes essenciais da infraestrutura tecnológica. O procedimento também permitirá validar os processos de recuperação dos serviços e treinar equipes técnicas e operacionais para atuar com segurança em eventuais cenários de indisponibilidade durante o período eleitoral.
A manutenção terá início às 8h30 e a previsão é que seja concluída às 18h do mesmo dia. Durante esse período, o aplicativo ficará totalmente indisponível para os usuários.
Além disso, poderão ocorrer impactos pontuais em outros sistemas da Justiça Eleitoral, especialmente nos serviços que utilizam autenticação em dois fatores (2FA) por meio de aplicativos geradores de códigos, como o Conta+JE. O acesso ao aplicativo continuará disponível pelo gov.br.
A Justiça Eleitoral orienta eleitoras e eleitores a se planejarem previamente para evitar transtornos durante a janela de manutenção, que faz parte das ações de preparação tecnológica para garantir a segurança e a continuidade dos serviços eleitorais nas Eleições 2026.
Decisão determinou que Flávio não se encontrasse com Bolsonaro por 90 dias (Wilson Dias/EBC)
Título de cidadão de Olinda, no Grande Recife, foi recebido pelo candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL), nesta terça (25), durante agenda em Alagoas
Sem agenda confirmada em Pernambuco, o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), recebeu o título de cidadão de Olinda do pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro, nesta terça-feira (25), durante um compromisso de campanha em Alagoas.
A concessão de título de cidadão olindense a Jair Bolsonaro foi aprovada pela Câmara Municipal de Olinda, no Grande Recife, há mais de um ano, em abril de 2025. No entanto, ele nunca esteve na cidade para receber oficialmente a homenagem.
A proposta, feita pelo vereador Alessandro Sarmento (PL-PE), acabou aprovada com 14 votos favoráveis e apenas um contrário. Na época, movimentos sociais também realizaram protestos dentro e fora do plenário.
O vereador, que agora também é candidato a deputado estadual, viajou até Alagoas para entregar o título a Flávio, durante a abertura oficial da campanha dele na região Nordeste.
“Jair Bolsonaro representa a força dos nossos valores e da nossa luta. Esse título, aprovado pelos representantes de Olinda, é um reconhecimento legítimo da nossa cidade ao seu legado pelo Brasil”, declarou.
Flávio em Pernambuco
Candidato a presidente, Flávio faltou a uma agenda em Pernambuco durante pré-campanha eleitoral e não tem compromisso oficial confirmado no estado até o momento.
A visita do senador chegou a ser confirmada pelo PL, no início de julho, mas foi cancelada na véspera.
Dario Durigan, ministro da Fazenda (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Flávio Bolsonaro acusa Durigan de usar a estrutura do Ministério da Fazenda para fazer campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o ministro da Fazenda Dario Durigan. O parlamentar acusa Durigan de usar a estrutura da pasta para fazer campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No documento, protocolado na segunda-feira, 24, os advogados de Flávio elencam reportagens que, segundo ele, comprovariam atuação do ministro como um “porta-voz econômico” do presidente. Isso, segundo a peça, configuraria o uso da máquina administrativa em favor da candidatura de Lula.
Procurado, o Ministério da Fazenda não se manifestou até a publicação desta matéria.
A primeira reportagem citada é uma do site Poder360, de 29 de julho, que conta sobre ida de Durigan à Faria Lima, em São Paulo para dialogar com o mercado sobre um eventual quarto mandato de Lula.
Em seguida, citam reportagem da Folha de S.Paulo, de 14 de agosto, que apresenta o ministro como “porta-voz econômico” da campanha à reeleição, e reportagem de O Globo, de 21 de agosto, que o descreve como “interlocutor econômico” da candidatura petista.
A representação também questiona a agenda oficial do Ministério da Fazenda registrada em 17 de agosto. Nesta data, Durigan cumpriu, em São Paulo, compromissos classificados pelos advogados como “eleitorais”. Para eles, essa mistura entre a agenda oficial e eventos tidos como políticos mostra que as atividades da campanha teriam sido “administrativamente absorvidas” pela agenda funcional.
Outro ponto citado é uma entrevista de Durigan à rádio CBN, em 20 de agosto. Esse compromisso fazia parte de uma série de entrevistas da emissora com representantes econômicos de candidaturas presidenciais. Também participou a integrante da campanha de Flávio, Daniella Marques. Segundo a petição, o compromisso apareceu na agenda oficial como evento do “Ministro da Fazenda”, mas a entrevista tratou do programa de governo da candidatura à reeleição.
Os advogados citam ainda o convite da GloboNews para um debate marcado para 1º de setembro entre “coordenadores econômicos” dos candidatos à Presidência, no qual a emissora já identifica Durigan como representante de Lula.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse nesta segunda-feira, 24, que o governo federal “está mobilizado para a aprovação do fim da escala 6×1, sem redução do salário”. Em uma mensagem publicada no X, Lula disse que “tem gente que joga contra os interesses dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil”.
“Tem gente que joga contra os interesses dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, mas o nosso governo está mobilizado para a aprovação do fim da escala 6×1, sem redução do salário. O povo trabalhador que movimenta este país merece ter mais tempo para o lazer, para cuidar da saúde e para acompanhar o crescimento dos filhos. É sobre tempo para a família”, afirmou o presidente na publicação na rede social.
Apesar de não mencionar diretamente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é o principal alvo da crítica feita pelo presidente da República.
A publicação feita pelo presidente representa uma mudança no discurso de Lula. Nas últimas semanas, ele vinha tentando colocar os números da economia e a defesa da soberania brasileira como os principais temas de sua campanha.
Os candidatos Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB), principais concorrentes ao Governo de Pernambuco segundo as pesquisas recentes, vêm trocando acusações sobre possíveis condutas desleais praticadas no processo eleitoral deste ano. Em entrevista ao jornal O Globo divulgada nesta segunda-feira (24), ambos apontaram a existência de supostos gabinetes do ódio, operados por adversários, que estariam propagando notícias falsas nas redes sociais.
Questionada sobre o acirramento numérico demonstrado nas últimas pesquisas, Raquel fez questão de ressaltar que o pleito se trata de uma disputa do “amor contra o ódio”. “Ao longo de três anos e meio, arrumamos a casa; o estado estava sem capacidade de investimento algum. Tomamos decisões difíceis e duras, porque não sou mulher de fazer atalhos, mas estamos fazendo o estado voltar a ser protagonista de sua história. É claro que não está tudo perfeito, mas entregamos muito. É uma campanha de amor contra o ódio, com muita propagação de fake news e um nível muito baixo de discussão”, apontou.
De acordo com a governadora e candidata à reeleição, sua gestão vem sendo alvo de perseguição e as ações têm a ciência da Justiça Eleitoral. “Fizeram CPIs e pedidos de impeachment, mesmo eu sendo uma governadora honesta, trabalhadora e que entrega, que não está aqui para se satisfazer do poder. Denunciei ao Tribunal Regional Eleitoral o uso de robotização, com indícios muito claros da existência de um gabinete do ódio com perfis para divulgar fake news sobre mim. Nossa campanha vem judicializando isso”, declarou.
João, por sua vez, alegou que uma organização teria sido montada logo após o início do seu segundo mandato à frente da Prefeitura do Recife. O socialista utilizou como exemplo o episódio em que a Polícia Civil de Pernambuco foi acusada de monitorar ilegalmente servidores da gestão municipal.
“Há quase dois anos, o que existe é um gabinete do ódio liderado pela oposição a mim, ligada ao governo do estado, que passa manhã, tarde e noite me atacando nas redes sociais, com direito a deepfakes. Depois que fui reeleito, montou-se essa estrutura. Denunciei há mais de um ano e meio. Abriu-se até CPI na Assembleia, isso foi denunciado à Polícia Federal, ao Supremo Tribunal Federal, e há inquérito em curso investigando pessoas ligadas ao governo”, afirmou.
“São mais de 90 ações no TRE, com êxito de mais de 80% a meu favor. Há uma tentativa clara de mudança de retórica, que é uma prática da extrema direita e da direita para mudar os fatos”, completou Campos.