Padre Fábio de Melo diz que é perseguido por mulher há 6 anos

Padre Fábio de Melo revelou pela primeira vez que tem sido perseguido há seis anos por uma stalker. O religioso comentou que a mulher afirma que eles podem viver um romance e fez denúncia à polícia.

O sacerdote explicou no Sem Censura ela fica na porta da sua casa: “Ela jura de pé junto que eu a amo, que sou apaixonado por ela. Diz que eu sou fraco, que eu não sou capaz de assumir”, contou.

“Ela jura que eu sou apaixonado por ela, que eu não tenho coragem de assumir o nosso amor. Aí ela arruma perfis e eu vou bloqueando, e agora tá na polícia né, não teve outro jeito. Quase seis anos nesse processo”, falou.

O padre Fábio de Melo ressaltou que a internet facilita o aumento dos stalkers. “Essa loucura virtual, hoje, é uma coisa assustadora. Eu até entendo, porque como padre eu acabo atingindo a pessoa de uma forma espiritual e o espírito ele não tem muita regra”, disse.

“A transição do espiritual para o emocional, para o afetivo, é um limiar muito estreito. Então eu posso ter uma ligação espiritual com você e daqui a pouco isso virar uma atração física”, justificou.

Fonte: A Tarde

Maioria do STF vota por manter símbolos religiosos em órgãos públicos

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta segunda-feira (25) maioria de votos para permitir a continuidade do uso de símbolos religiosos em órgãos públicos de todo o país.

Até o momento, a Corte tem seis dos 11 votos do plenário para rejeitar um recurso do Ministério Público Federal (MPF) que pede a proibição da utilização de crucifixos, imagens de santos e outros objetos nos prédios públicos. 

Para o MPF, a permissão dos símbolos viola os princípios constitucionais da liberdade de crença religiosa e da laicidade do Estado.

Prevalece no julgamento virtual o voto do relator, ministro Cristiano Zanin. O ministro ressaltou que o cristianismo faz parte da formação da sociedade brasileira e que os feriados alusivos à religião, os nomes de cidades, estados e locais públicos fazem parte da cultura do Brasil. Dessa forma, segundo o ministro, a manutenção dos símbolos nas repartições não é inconstitucional.

“A presença de símbolos religiosos em prédios públicos, desde que tenha o objetivo de manifestar a tradição cultural da sociedade brasileira, não viola os princípios da não discriminação, da laicidade estatal e da impessoalidade”, escreveu Zanin.

O voto do relator foi seguido pelos ministros Flávio Dino, André Mendonça, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Edson Fachin.

O julgamento virtual será finalizado nesta terça-feira (26).

fonte: agência Brasil

STF vai julgar uso de símbolos religiosos, como crucifixos, em órgãos públicos

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve começar a julgar, na próxima sexta-feira, 15, um recurso sobre a presença de símbolos religiosos, como crucifixos e imagens, em órgãos do Estado, especialmente aqueles destinados ao atendimento ao público. A questão envolve o equilíbrio entre o direito à liberdade religiosa e o princípio do Estado laico, que exige a neutralidade do poder público em relação às diferentes religiões.

 

O caso foi iniciado por uma ação do Ministério Público Federal (MPF) contra a exibição de símbolos religiosos em repartições públicas da União em São Paulo. O MPF argumenta que esses símbolos podem constranger cidadãos que não compartilham da mesma fé. No entanto, a Justiça Federal e o Tribunal Regional Federal da 3ª Região, nas instâncias anteriores, decidiram que a presença dos símbolos não fere a laicidade do Estado, considerando que esses objetos refletem a história cultural e religiosa do Brasil.

A decisão terá repercussão geral servirá de precedente para casos em instâncias inferiores da Justiça.

Irã rejeita apelos da França, Alemanha e Reino Unido para conter tensões no Oriente Médio

O Ministério das Relações Exteriores do Irã rejeitou nesta terça-feira (13) os apelos de França, Alemanha e Reino Unido por moderação em relação a Israel, afirmando que falta aos chamados “lógica política” e que eles “contradizem princípios do direito internacional”.

Os três países europeus haviam solicitado, em uma declaração divulgada na segunda-feira (12), que o Irã e seus aliados se abstivessem de ataques contra Israel em retaliação ao assassinato de Ismail Haniyeh, líder político do grupo palestino Hamas, em Teerã, no fim de julho.

Segundo o “The Wall Street Journal”, Israel colocou suas forças armadas em alerta máximo, e o Pentágono enviou um submarino com mísseis guiados para a região e está acelerando a chegada de do porta-aviões USS Abraham Lincoln, equipado com caças F-35, para incrementar as defesas de Israel.

Kanaani afirmou que o governo iraniano está determinado a desencorajar Israel e fez um apelo para que os países europeus se posicionem contra a guerra em Gaza e as ações bélicas de Israel.

Soraya desafia atriz que encenou aborto a simular estupro.

A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) criticou na 3ª feira (18.jun.2024) o debate e a encenação antiaborto realizado no dia anterior na Casa Alta. A Congressista disse que queria o contato da contadora de histórias para pedir para ela fazer uma cena de estupro no plenário.

“Quero ver ela encenando a filha, a neta, a mãe, a avó, a esposa de um parlamentar sendo estuprada”, desafiou a congressista. Na 2ª feira (17.jun), durante debate no Senado sobre o procedimento de assistolia fetal, usado na interrupção da gravidez nos casos de aborto previstos em lei, a contadora de histórias Nyedja Genn.

Na 2ª feira (17.jun), durante debate no Senado sobre o procedimento de assistolia fetal, usado na interrupção da gravidez nos casos de aborto previstos em lei, a contadora de histórias Nyedja Gennari fez uma encenação antiaborto, transmitida ao vivo pela TV Senado (assista abaixo). A cena teve grande repercussão e foi alvo de críticas.

“Eu queria até o telefone, o contato, daquela senhora que esteve aqui ontem, encenando aquilo que nós vimos”, disse Thronicke. “Sabe por quê? Porque eu quero ver ela encenando a filha, a neta, a mãe, a avó, a esposa de um parlamentar sendo estuprada. […] Se encenaram um homicídio aqui ontem, que encenem o estupro”, desafiou.

“Pergunto para vocês: se é a filha de um parlamentar aqui, com 10 anos, com 11 anos, com 18 anos, com 20 anos, que é estuprada, esse parlamentar, diante de um flagrante delito, é obrigado a denunciar. Ele vai fazer o quê? Vai denunciar a filha para 20 anos de cadeia?”, questionou a senadora.

“E se a mulher de um parlamentar for estuprada e engravidar? Se essa mulher engravidar, então este parlamentar vai fazer o quê? Vai levar a termo a gestação. […] Ele vai acompanhar a gravidez decorrente do estupro na esposa dele e vai dar toda a atenção. No dia em que nascer, ele vai escolher se assume essa criança ou se ele a dá para a adoção”, completou.

A senadora citou que o SUS (Sistema Único de Saúde) “banca a vasectomia para quem quiser fazer”, pois “ninguém delibera sobre o corpo dos homens”.

Thronicke concluiu dizendo que é contra o aborto, assim como o Estado brasileiro, que autoriza o procedimento em “3 raras exceções”. São elas: quando a gestação é resultado de um estupro, para salvar a vida da mulher e em gravidez de feto anencefálico.

Após repercussão negativa, bancada evangélica admite adiar votação do PL do Aborto na Câmara

Alvo de protestos nas ruas e de forte reação contrária nas redes sociais, o projeto que equipara o aborto após a 22ª semana ao crime de homicídio deve ter sua votação postergada na Câmara. O autor do texto, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), da bancada evangélica, admite que a análise no plenário pode ser deixada para o fim do ano, após as eleições municipais. O governo, que não se opôs à aprovação da urgência para a tramitação da proposta, na semana passada, agora afirma que vai atuar para barrar o avanço da iniciativa no Congresso.

A senha de que a proposta seria colocada na geladeira já havia sido dada pelo próprio presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Após promover uma votação relâmpago — de apenas 25 segundos — para a urgência do projeto, ele disse que não havia previsão de quando será definido um relator nem quando o mérito do texto será colocado em pauta. O deputado do PP foi um dos principais alvos dos protestos, desde a semana passada, por ser quem controla a pauta da Casa.

O fim de semana foi marcado por novas manifestações contra o projeto pelas ruas do país em ao menos oito capitais. Ontem, protestos ocorreram em Vitória e Palmas. No sábado, outras seis cidades foram palcos de atos, a exemplo de São Paulo e Belo Horizonte.

Após a repercussão negativa, Sóstenes adotou discurso semelhante ao de Lira. Segundo o deputado do PL, apesar da aprovação da urgência, que prevê votação a partir da sessão seguinte da Câmara, não há pressa para que a iniciativa seja pautada. Sóstenes afirma que o projeto é uma promessa feita por Lira a evangélicos quando ele se candidatou à reeleição no comando da Casa, em 2023, e que ele tem até o fim do ano, quando acaba seu mandato, para cumprir.

— Não estou com pressa nenhuma. Votei a urgência e agora temos o ano todo para votar isso. O Lira tem compromisso conosco e ele pode cumprir até o último dia do mandato dele — disse o parlamentar, que já presidiu a Frente Parlamentar Evangélica, a bancada da Bíblia. — Se não cumpre fica difícil de pedir apoio (para o candidato à sucessão).

O apoio de Lira a iniciativas caras na Câmara tem sido lido por parlamentares como uma tentativa do presidente da Casa de fidelizar o apoio do PL e fortalecer a candidatura de um aliado para sucedê-lo no cargo. O partido de oposição possui 95 deputados, a maior bancada, e terá um papel decisivo na disputa interna, marcada para fevereiro de 2025. Procurado, Lira não se manifestou.

O autor do projeto ainda minimiza os protestos contra sua proposta e critica o fato de o governo ter entrado em campo para tentar barrar a iniciativa após ter “lavado as mãos”. Segundo ele, sua estratégia para fazer o texto avançar será a de “jogar parado”.

— O governo está dando corda para as feministas nesse assunto, elas estão desesperadas. Eu estou muito calmo, deixa elas sapatearem. Eu já ganhei, votamos a urgência, sem nominal, ninguém chiou, tudo caladinho, tudo dominado, dominamos 513 parlamentares. Eu sei jogar parado, eu jogo parado — disse Sóstenes.

O deputado do PL se refere à falta de resistência para dar rito acelerado ao projeto. A urgência foi aprovada de forma simbólica — quando não há o registro de como cada deputado votou —, mas sem oposição do PT e de partidos da base aliada. Antes da votação, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), chegou a afirmar que a questão “não é matéria de interesse do governo”, como revelou a coluna de Malu Gaspar.

Governo entra em campo

A escalada dos protestos contra o projeto, contudo, fez o governo reagir. Dois dias depois da aprovação da urgência na Câmara, a primeira-dama Rosângela Silva, a Janja, foi a primeira a criticar o projeto nas redes sociais, sendo seguida por todas as ministras mulheres do governo. Em viagem à Europa, Lula inicialmente evitou se posicionar, mas mudou de ideia no sábado e chamou a proposta de “insanidade”. O petista afirmou ser contra o aborto, mas disse que é preciso tratar o assunto como uma questão de saúde pública.

O líder do governo na Casa também mudou de discurso e agora diz que vai procurar integrantes da bancada evangélica para demovê-los da ideia de aprovar a proposta. Ele usará como um dos argumentos a intensa mobilização da sociedade e protestos em todo país contrários ao texto.

— Vamos dialogar com eles, mostrar tudo que ocorreu no país e que é aconselhável toda bancada evangélica recuar, porque isso cria uma crise sem precedentes em uma questão que é de saúde pública. Vou conversar com eles para recuar, o momento exige isso. Eles não imaginavam o tamanho disso. Sou contra o projeto e vamos sugerir que essa matéria não seja discutida, que voltem atrás — afirmou Guimarães.

A presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), afirma que apesar de a base governista não ser suficiente para barrar a proposta, também fará uma ofensiva na Câmara para impedir que o projeto seja levado à votação.

— Como não temos maioria, foi pautada (a urgência). Vamos fazer todos os esforços para não pautar (o mérito). Conversar com os partidos e com parlamentares possíveis de conversar — disse ela.

Integrantes da articulação política do governo dizem que o acordo fechado pelo presidente da Câmara e os líderes da Casa foi para aprovar a urgência, mas que não há entendimento para aprovar o texto em si.

Além de endurecer a punição a mulheres que realizam aborto, o projeto fixa em 22 semanas de gestação o prazo máximo para que a prática seja feita de forma legal. Atualmente, não há a previsão de tempo no Código Penal. No Brasil, o aborto é permitido em casos de estupro, de risco de vida à mulher e de anencefalia fetal (quando não há formação do cérebro do feto).

Papa repete insulto contra homossexuais em reunião a portas fechadas, diz agência

O papa utilizou novamente uma palavra altamente depreciativa à comunidade homossexual, pela qual ele já havia pedido desculpas no mês passado, disse a agência Ansa nesta terça-feira (11).

A mídia italiana havia atribuído ao papa o uso da palavra “frociaggine”, um termo vulgar italiano que se traduz aproximadamente como “viadagem”, em uma reunião a portas fechadas com bispos italianos em 20 de maio.

Segundo a Ansa, Francisco repetiu o termo nesta terça-feira ao se reunir com padres romanos, dizendo que “há um ar de viadagem no Vaticano” e que é melhor que jovens com tendência homossexual não recebam permissão para entrar em seminários.

Questionado sobre a mais recente reportagem, o gabinete de imprensa do Vaticano apontou para um comunicado que havia emitido sobre a reunião de terça-feira com os padres, no qual o papa reitera a necessidade de receber pessoas homossexuais na Igreja e de ter cautela em relação a elas se tornarem seminaristas.

Após a primeira reportagem sobre o uso da palavra, o jornal Corriere della Sera citou bispos não identificados que estavam na sala sugerindo que o papa, um argentino, pode não ter percebido que o termo italiano que ele usou é ofensivo.

Francisco, de 87 anos, recebeu créditos por fazer aberturas substanciais à comunidade LGBT durante os seus 11 anos de papado. Alguns observadores do Vaticano dizem que seus tropeços recentes prejudicam sua autoridade e levantam questões sobre suas convicções e sobre o caminho de reformas que tem em mente para a Igreja.

EUA interrompem envio de bombas a Israel por preocupação com operação em Rafah, diz autoridade americana

Os Estados Unidos suspenderam o envio de bombas para Israel em meio a preocupações sobre seu potencial uso em uma incursão em Rafah, segundo uma autoridade norte-americana.

A remessa, que foi retida na semana passada, inclui 1.800 bombas pesando 2.000 libras e 1.700 bombas pesando 500 libras.

“Estamos especialmente focados no uso final das bombas de 2.000 libras e no impacto que elas poderiam ter em ambientes urbanos densos, como vimos em outras partes de Gaza”, disse o funcionário.

No fim de semana que um carregamento de munição para Israel foi interrompido, mas o motivo não estava claro.

Os líderes israelenses alertaram durante semanas que uma invasão da cidade de Rafah, no sul de Gaza, ocorrerá em algum momento no futuro, mesmo quando os EUA e outros declararam publicamente que tal operação terrestre não deveria ocorrer.

A administração do presidente Joe Biden apelou a um plano abrangente para proteger mais de um milhão de civis abrigados em Rafah e evitar uma expansão da catástrofe humanitária que se desenrola no enclave costeiro.

Na segunda-feira (6), Israel realizou o que os EUA descreveram como uma operação “limitada” em Rafah, assumindo a passagem da fronteira com o Egito, que é um local importante para a ajuda humanitária.

“Esta parece ser uma operação limitada, mas é claro que muito disso depende do que vem a seguir”, disse o porta-voz do Departamento de Estado, Matt Miller, nesta terça-feira (7).

“Eles disseram, creio eu com bastante clareza, que não é segredo que querem conduzir uma grande operação militar ali. Deixamos claro que nos opomos a tal operação.”

Os EUA e Israel têm mantido comunicações regulares sobre os planos dos militares israelitas para conduzir uma grande operação terrestre na parte sul de Gaza, mas a administração deixou claro que os planos estão longe de estar prontos.

Ainda assim, o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou repetidamente que uma operação terrestre em Rafah é necessária para manter a pressão sobre o Hamas para libertar os restantes reféns e alcançar a vitória.

À medida que a liderança de Israel se aproximava de uma decisão final, os EUA começaram a rever propostas de transferências de armas específicas para Israel que poderiam ser usadas em Rafah, disse o funcionário dos EUA.

O processo de realização da revisão começou em abril e levou à pausa nos envios dos dois tipos de bombas.

“Não tomamos uma decisão final sobre como proceder com este envio”, disse o funcionário.

Entre as maiores armas convencionais do arsenal dos EUA, as bombas de 2.000 libras podem ter um impacto devastador, especialmente numa área densamente povoada como Gaza.

JUSTIÇA DETERMINA SOLTURA DE PADRE DE CHÃ GRANDE PRESO EM CAMPINA GRANDE

A justiça da Paraíba concedeu a liberdade ao padre Dioneze Francisco, que havia sido preso na data de ontem numa blitz policial em Campina Grande-PB, pela suposta prática do crime de posse de arma de uso restrito.

A juíza plantonista Flávia de Souza Batista determinou a soltura do pároco, que responderá ao procedimento em liberdade. A defesa do padre é composta pelos criminalistas Vinícius Lúcio e Raffael Simões. Procurados, os advogados disseram que não iriam comentar o caso.

Padre é preso sob acusação de estupro e importunação sexual

o Público do Estado do Rio (MP-RJ) de praticar os crimes de estupro de vulnerável e importunação sexual contra uma mesma mulher, na cidade de Nova Friburgo.

Segundo o MP-RJ, existem outras investigações em curso contra o padre, que já foi responsável pela igreja da PUC-Rio e apresentador de programas da emissora de TV católica Canção Nova, inclusive um chamado “Mulheres de Fé”.

A Arquidiocese do Rio de Janeiro informou ter afastado o padre de todas as funções e iniciado uma investigação sobre ele. A reportagem não localizou representantes do padre para que se pronunciem sobre a prisão e a decisão de afastamento.

Segundo o MP-RJ, no caso que ensejou sua prisão, o padre se aproveitou da ingenuidade e da fé da vítima para, sob o pretexto de estar sentindo fortes dores, praticar atos libidinosos com a vítima.

Pelo respeito e confiança que tinha em relação ao padre, a mulher não conseguiu oferecer resistência. A importunação sexual ocorreu em agosto de 2022 e o estupro de vulnerável, em janeiro de 2023, afirma o MP-RJ.

O caso foi investigado pela Promotoria de Justiça de Investigação Penal de Nova Friburgo, que ofereceu denúncia no dia 26 de março passado. Simultaneamente, o MP-RJ pediu à Justiça a decretação de prisão preventiva contra o padre.

A 1ª Vara Criminal de Nova Friburgo expediu a ordem de prisão e Paciolli foi capturado na casa de seu pai, em Fortaleza, durante ação conjunta entre a Promotoria de Investigação Penal de Nova Friburgo, a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Nova Friburgo e a Delegacia de Narcóticos da Polícia Civil do Ceará.

fonte: estadão