Homem é baleado e morto no estacionamento de um shopping em Bangu, carro tem pelo menos oito marcas de tiros

Um homem foi baleado dentro do estacionamento de um shopping no Bangu Shopping, na Zona Oeste do Rio, no início da tarde desta segunda-feira. No carro onde Anderson da Cunha Figueiredo, de 40 anos, estava é possível ver pelo menos oito marcas de tiros no para-brisa e no capô.

O veículo foi cercado e isolado com tapumes e aguarda por perícia. Acionado pela administração do Bangu Shopping, o programa Segurança Presente esteve no local onde a equipe de segurança provada do já estava prestando os primeiros socorros ao homem baleado. Ele foi levada para o Hospital Municipal Albert Schweitzer onde, segundo a direção da unidade, já chegou morto.

Não há informação de outras pessoas feridas. Os autores dos disparos e a motivação do crime ainda não são conhecidos. A Polícia Militar informou que não foi acionada diretamente para a ocorrência no local.

Em nota, o Bangu Shopping disse “a equipe de brigada imediatamente acionou a polícia, que investiga tentativa de homicídio” e que “o shopping está à disposição das autoridades”.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Em nota, a Polícia Civil informou que “as diligências estão em andamento para apurar a autoria e as circunstâncias do crime”. Não há mais detalhes sobre o caso.

‘A verdade não importa para Zuckerberg’: ex-diretora da Meta denuncia abuso e discriminação contra mulheres na empresa

Kelly Stonelake, ex-diretora de Marketing de Produtos na Meta (dona do Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads) nos EUA denunciou a existência de uma cultura de silenciamento e discriminação contra mulheres na empresa em uma publicação no seu LinkedIn nesta terça-feira (4).

Segundo o site Business Insider, a ex-funcionária entrou com um processo contra a big tech, acusando a empresa de discriminação e assédio. No LinkedIn, Stonelake repercutiu a reportagem e deu mais detalhes sobre sua história.

A verdade não importa para Mark Zuckerberg, mas importa para mim“, disse, ao criticar o fato de a Meta ter encerrado recentemente seu programa interno de diversidade e inclusão.

A ex-diretora trabalhou na empresa de Zuckerberg por 15 anos e disse que perdeu o emprego após se posicionar contra racismo no Horizon, um aplicativo de realidade virtual da Meta.

“Quando levantei o problema, eu me tornei o problema — um padrão que silencia as mulheres em todos os lugares, todos os dias”, disse.

A ex-funcionária também relatou que foi agredida sexualmente por um chefe durante uma viagem de negócios, que teve promoções negadas pelo fato de ser mulher e que a orientaram a agir de forma “menos inteligente” na empresa.

“Fui agarrada pela virilha, gritaram comigo, me disseram para transar com meu chefe para ser promovida. Sobrevivi a tudo. Nada me destruiu tanto quanto um trabalho em que eu tinha que dizer ‘não’ a homens poderosos”, disse na publicação.

“Quando a liderança da Meta me rejeitou e me excluiu, não estava apenas marginalizando mulheres: estava priorizando o poder em vez das pessoas”, destacou.

Kelly Stonelake citou também um comentário recente de Zuckerberg sobre as empresas de tecnologia supostamente precisarem de “mais energia masculina”.

“Onde Mark Zuckerberg discursa sobre as empresas precisarem ser mais masculinas, onde ele desmantela ativamente suas equipes de DEI e onde ele encobre salvaguardas, meu caso demonstra algo inegável: ambientes tóxicos e discriminatórios não são apenas errados, eles são anti-inovação. Odiar mulheres prejudica a todos”, afirmou.

O comentário de Zuckerberg sobre a necessidade de ‘energia masculina’ ocorreu no mesmo período que a empresa fez uma grande mudança de rota, determinando o fim do programa de checagem de fatos no Facebook, Instagram e Threads. O próprio dono da Meta anunciou a decisão, no início de janeiro.

Além disso, a empresa alterou sua política sobre conduta de ódio e passou a permitir vários comportamentos que antes eram proibidos, como, por exemplo, associar termos relacionados a doenças mentais a pessoas LGBTQIA+.

A mudança de posicionamento da Meta tem sido alvo de críticas por especialistas que consideram que elas têm o potencial de aumentar a circulação de discurso de ódio nas plataformas e torná-las um ambiente mais hostil para grupos vulneráveis.

Homem mata cunhado durante luta corporal em São José do Belmonte

Um homem matou o cunhado nessa segunda-feira, 3, durante uma luta corporal na Vila Fortuna, em São José do Belmonte.  O acusado, José Matheus Ferreira Vieira, alegou que estava defendendo a mãe, agredida pelo genro, Deivson Salviano do Nascimento.

Os cunhados entraram em luta corporal, trocando socos, até o momento em que Salviano caiu e bateu a cabeça numa pedra. Ele sofreu ferimentos graves na cabeça e não resistiu, apesar de ter sido socorrido para o hospital municipal de São José do Belmonte.

A Polícia Militar informou que tanto a vítima quanto o acusado têm passagens pela justiça por crimes como ameaça, posse de entorpecentes, lesão corporal e violência doméstica. Os dois tinham histórico de desentendimentos.

fonte: blog do Avinho Patriota

tentativa de assalto em Custódia

 Polícia Militar e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) trabalhando em conjunto prenderam os acusados. O trio, possivelmente oriundo de Santa Cruz do Capibaribe, foi capturado na entrada da cidade, após a tentativa de assalto a um funcionário do QBom Supermercado.

A polícia apreendeu um revólver calibre .38, com munição do mesmo calibre, além de um veículo utilizado na ação. O carro está sendo investigado para verificar se se trata de um produto de roubo. Esse tipo de operação conjunta entre diferentes forças de segurança é comum quando há necessidade de agir rapidamente para evitar que criminosos fujam para outras regiões.

Mãe de vítimas de arroz envenenado confessa ter matado a vizinha, diz TV

Maria dos Aflitos, suspeita de ter participado com o marido do envenenamento que levou à morte de 5 pessoas de sua própria família, confessou ter matado a vizinha Maria Jocilene da Silva com café envenenado.

O que aconteceu
Intenção de Maria dos Aflitos era fazer parecer que a vizinha tinha se suicidado e, assim, livrar o marido do crime. A suspeita disse que a vizinha, Maria Jocilene da Silva, de 41 anos, bebeu o café “sem ver”. O depoimento foi revelado pelo programa Fantástico, da TV Globo.

O marido de Maria dos Aflitos, Francisco de Assis Pereira da Costa, foi o responsável pela morte por envenenamento de cinco pessoas. De acordo com o delegado Abimal Silva, esposa planejava que a morte de Jocilene, por envenenamento, parecesse um suicídio. O objetivo era atribuir a ela a culpa por todos os outros crimes, o que poderia levar à libertação de Francisco.

Casal queria se livrar da família. O secretário de Segurança Pública de Piauí, Chico Lucas, afirmou que ela e Francisco “queriam se livrar” da família. “Era uma situação de pobreza”.

Mãe e padrasto são presos suspeitos de matar bebê de 11 meses; criança foi socorrida desacordada e com lesão na cabeça

A Polícia Civil prendeu em flagrante, na noite de quarta-feira, mãe e padrasto suspeitos de matarem um bebê de 11 meses. Sidney da Silva Ferreira e Rayane Rocha dos Santos, ambos de 21 anos, levaram Arthur Victor dos Santos à UPA da Vila do João, no Complexo da Maré, com sinais de maus-tratos.

O bebê chegou à unidade de saúde desacordado e com diversos hematomas, queimaduras pelo corpo, além de lesão na cabeça. Rayane, que está grávida, disse em depoimento à polícia que sabia das lesões do filho, mas não denunciava o companheiro por medo.

Apesar das tentativas de reanimação dos médicos, Arthur não resistiu aos ferimentos graves e morreu na unidade. O caso foi registrado na 21ª DP (Bonsucesso).

De acordo com o laudo do Instituto Médico-Legal (IML), a causa da morte foi “traumatismo craniano provocado por ação contundente, com hemorragia e edema cerebral”.

Inicialmente, o padrasto, em depoimento, alegou que a criança havia caído de uma cama de 50 cm de altura. Os policiais desconfiaram da explicação, já que os ferimentos não eram compatíveis com essa versão.

Governo Trump revoga status de proteção para venezuelanos: ‘Sacos de lixo’, diz secretária

O governo de Donald Trump revogou nesta quarta-feira (29) uma extensão do Status de Proteção Temporária (TPS) para venezuelanos determinada por Joe Biden pouco antes de deixar o cargo. A medida permitia que mais de 600 mil pessoas vivam e trabalhem nos Estados Unidos.

“O povo deste país quer esses sacos de lixo fora. Eles querem que suas comunidades estejam seguras”, disse a secretária do Departamento de Segurança Interna (DHS), Kristi Noem, ao anunciar a decisão na Fox News.

“Interrompemos isso. Hoje assinamos uma ordem executiva” no DHS estipulando que “não íamos seguir com o que ele fez para amarrar nossas mãos”, complementou, referindo-se ao seu antecessor, Alejandro Mayorkas.

“Supunha que poderiam ficar aqui e violar nossas leis por mais 18 meses”, mas “vamos seguir o processo e avaliar todos esses indivíduos que estão em nosso país”, insistiu.

Em 10 de janeiro, dia da posse presidencial de Nicolás Maduro em Caracas, o governo Biden prolongou o TPS por 18 meses para os venezuelanos “devido à grave emergência humanitária que o país continua enfrentando devido às crises políticas e econômicas”.

Com isso, os venezuelanos teriam status de proteção até outubro de 2026.

O TPS é um programa estabelecido pelo Congresso para cidadãos estrangeiros que não podem retornar de forma segura ao seu país devido a desastres naturais, conflitos armados ou outras condições extraordinárias.

De acordo com o Pew Research Center, havia 1,2 milhão de pessoas elegíveis para o TPS ou que já haviam se beneficiado do programa até março de 2024, sendo os venezuelanos o grupo mais numeroso.

Assim que assumiu o cargo, há pouco mais de uma semana, Trump declarou emergência nacional na fronteira com o México e começou a destruir o legado de Biden em todos os setores com uma série de decretos.

O republicano acabou com a permissão de permanência temporária concedida a imigrantes de Venezuela, Cuba, Haiti e Nicarágua que tenham um patrocinador nos Estados Unidos. O novo presidente também desativou o “CBP One”, que permitia agendar uma entrevista para pedidos de asilo.

Trump também reativou o programa “Fique no México”, implementado em seu primeiro mandato, para que os imigrantes aguardam o desfecho do processo migratório do outro lado da fronteira.

Marido é preso suspeito de matar esposa asfixiada e forjar suicídio no RJ; personal será enterrada nesta terça

O corpo de Ilinês Valesca da Silva Carnaval, de 29 anos, será sepultado na manhã desta terça-feira (28), no Cemitério Jardim da Saudade, em Mesquita, na Baixada Fluminense. O personal Valdenir da Silva Almeida, de 39 anos, foi preso como principal suspeito de matar a personal, nessa segunda-feira (27).

O corpo da vítima foi encontrado nesse domingo (26), com sinais de enforcamento, na banheira da casa onde morava com marido, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A Polícia Civil (PC) do Rio de Janeiro agora investiga o caso.

A reportagem teve acesso às imagens de câmeras de segurança do prédio onde o casal morava, que registraram a vítima sendo agredida pelo marido horas antes do crime, ainda no corredor do edifício. Valdenir encurrala a vítima na parede e enforca a personal. Segundo as investigações, a mulher, que já vinha sendo agredida pelo marido desde ano passado, teria enviado um áudio aos familiares no dia de sua morte dizendo que não aguentava mais as agressões e que iria até a delegacia.

Algemas em deportados pelos EUA são ‘praxe’, mas só durante o voo, diz PF; uso após desembarque gerou tensão

O uso de algemas em migrantes brasileiros deportados sempre foi praxe do governo dos Estados Unidos, segundo a Polícia Federal.

Fontes ligadas à PF esclarecem que essa prática ocorre exclusivamente nos voos fretados pelo governo norte-americano para repatriação dessas pessoas, exatamente o caso do voo que trouxe ao país os primeiros 88 brasileiros deportados após Donald Trump assumir a presidência dos EUA.

Ainda de acordo com essas fontes, a praxe é retirar as algemas dos migrantes quando o avião fretado pousa no Brasil. Entretanto, isso não aconteceu no voo que chegou ao país na sexta-feira (24): os brasileiros foram mantidos algemados durante o desembarque em Manaus.

De acordo com esses interlocutores da PF, os migrantes não poderiam desembarcar em solo brasileiro algemados porque não são prisioneiros.

O governo brasileiro reagiu à conduta da imigração norte-americana e protestou contra o que chamou de “uso indiscriminado de algemas”.

“O uso indiscriminado de algemas e correntes viola os termos de acordo com os EUA, que prevê o tratamento digno, respeitoso e humano dos repatriados”, diz o comunicado.

 

Na nota, o governo brasileiro diz ainda que os brasileiros foram submetidos a “tratamento degradante” e que considera “inaceitável” o desrespeito ao acordo firmado entre Brasil e EUA.

O voo fretado pelo governo dos EUA tinha como destino a cidade de Belo Horizonte. O pouso em Manaus ocorreu porque o avião teve uma pane no sistema de ar-condicionado.

A situação, porém, levou o governo brasileiro a não autorizar que o voo seguisse para a capital mineira. Os migrantes foram levados em um voo da Força Aérea Brasileira (FAB).

Com centenas de tiros, casa de moradora vira cenário de guerra no Alemão; ‘Fiquei deitada no chão do quarto do meu neto’

Moradores do Complexo do Alemão contam que tiveram as casas destruídas por centenas de tiros nos confrontos entre as forças de segurança do Rio de Janeiro e criminosos. Uma megaoperação acontece nesta sexta-feira (24) e há registros de intensos tiroteios desde a madrugada.

“Foi péssimo. Começaram os tiros e fiquei deitada no chão do quarto do meu neto”, afirma uma moradora, que não quis ser identificada por medo.

A mulher, que vive no Alemão há mais de 50 anos, estava em casa com o neto de 6 anos. Eles não se feriram.

Ela conta que a casa dela ficou no meio do fogo cruzado, e uma granada e tiros acabaram derrubando o muro.

Além disso, as portas, o portão, as janelas e as paredes da sala também ficaram crivadas de bala. Um dos tiros atingiu a tela da televisão.

A moradora trabalha como costureira e não sabe como vai reparar os danos.

Durante a ação, um homem foi atingido por um uma bala perdida perto do BRT da Penha e morreu. O jardineiro Carlos André Vasconcellos dos Santos tinha 36 anos e estava tomando café quando foi ferido.