Arquiteto morre baleado após atropelar assaltante

Um arquiteto morreu após tentar impedir um assalto na tarde dessa terça-feira (1º/4), na Rua Desembargador Armando Fairbanks, no Butantã, zona oeste de São Paulo. Jefferson Dias Aguiar foi baleado três vezes pelo criminoso e não resistiu aos ferimentos. Ele chegou a ser socorrido em estado gravíssimo e levado ao Hospital Universitário, mas morreu pouco depois de dar entrada na unidade.

Segundo a Polícia Militar, dois homens em uma motocicleta estavam cometendo uma série de roubos na região, quando abordaram uma mulher e levaram a aliança e celulares dela. Ao presenciar a ação, Jefferson, que dirigia um Chevrolet Montana, jogou o carro contra a moto, derrubando um dos criminosos. Em seguida, ele desceu do veículo e tentou conter o assaltante.

Nesse momento, o comparsa do criminoso atirou três vezes contra Jefferson, atingindo-o nas costas, próximo à nuca. Após os disparos, os bandidos abandonaram a moto, que havia sido furtada, e fugiram a pé.

Um deles usava capacete amarelo e foi visto entrando em um estacionamento próximo, onde pode ter escapado pulando o muro de uma obra ao lado.

A polícia ainda apura se Jefferson agiu por impulso ao tentar evitar o roubo ou se apenas tentou fugir e acabou colidindo com o criminoso.

Um dos suspeitos teria fugido em direção à Marginal Pinheiros, com destino à zona sul da capital. Até o momento, ninguém foi preso.

Avó e neta são encontradas mortas dentro de casa no Paraná ao lado de mensagem de desculpas escrita com sangue, diz polícia

Marley Gomes de Almeida, de 53 anos, e a neta dela, Ana Carolina Almeida Anacleto, de 11, foram encontradas mortas dentro de casa, em Jataizinho, no norte do Paraná. Segundo a Polícia Militar (PM-PR), um pedido de desculpas foi encontrado escrito com sangue na parede, ao lado dos corpos.

Segundo o boletim de ocorrência divulgado pela PM, o filho de Marley encontrou as vítimas no quarto da casa, no sábado (22), quando foi ao endereço para visitar a mãe.

De acordo com o registro, avó e neta estavam deitadas na cama com sinais de violência. As duas tinham lenços amarrados no pescoço e foram cobertas por um edredom.

Os policiais registraram no boletim que a mensagem com erros de ortografia foi escrita com sangue na parede do cômodo ao lado das vítimas:

“Deculpa mae (sic)”, dizia o recado.

Um nome também foi escrito no final do recado. A Polícia Científica realizou perícia no local e recolheu os corpos.

De acordo com o aspirante da PM, Marcos Lopes Júnior, dois suspeitos foram ouvidos na delegacia e liberados em seguida. Os nomes não foram divulgados.

Aparelhos celulares de familiares foram apreendidos e devem passar por perícia.

Em nota, a Polícia Civil (PC-PR) informou que a investigação está em sigilo para “garantir a coleta segura e eficaz de provas”.

A polícia também não revelou as hipóteses que considera como motivação para o crime.

Federação Árabe Palestina diz que brasileiro-palestino de 17 anos morreu em prisão em Israel

Um jovem brasileiro-palestino de 17 anos morreu no último fim de semana em uma prisão israelense, segundo a Federação Árabe Palestina do Brasil. Walid Khaled Abdallah foi preso em Silwad, na Cisjordânia, em setembro de 2024.

As circunstâncias da morte não foram divulgadas.

De acordo com a federação, o brasileiro é um dos mais de 60 reféns palestinos mortos em prisões israelenses desde o início da guerra na faixa de Gaza, em outubro de 2023.

Autoridades do Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo grupo terrorista Hamas, estimam que mais de 50 mil palestinos morreram em quase 18 meses de conflito. A informação foi divulgada no domingo (23).

Munição usada para matar delator do PCC em Guarulhos é do mesmo lote de mega-assalto registrado no interior de SP em 2020, diz instituto

Uma análise feita pelo Instituto Sou da Paz, mostrou que parte da munição usada para matar o delator do PCC Vinícius Gritzbach no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) pertencia ao mesmo lote das munições utilizadas em um grande assalto ocorrido em 2020 em Botucatu, no interior de São Paulo.

O Sou da Paz é uma organização da sociedade civil que atua nacionalmente na promoção da segurança pública e na prevenção da violência. O instituto desenvolve pesquisas, propõe políticas públicas e implementa projetos voltados para a melhoria da eficiência do estado, o fortalecimento da participação cidadã e a defesa de direitos.

Segundo o instituto, os três lotes de balas de fuzis encontrados nas ocorrências foram originalmente comprados pela Polícia Militar do Estado de São Paulo entre 2013 e 2018.

Os laudos produzidos durante as investigações sobre as armas usadas nos crimes foram encaminhados ao instituto, que identificou a sequência numérica das munições encontradas nos locais das duas ocorrências, demonstrando que pertencem ao mesmo lote adquirido pela PMESP. A numeração do lote foi informada pela polícia durante a investigação.

Em entrevista, Carolina Ricardo, diretora executiva do Sou da Paz, explicou que o desvio dessas munições indica que há participação da polícia no fornecimento de armamento para o crime organizado, apesar de o instituto não saber exatamente como ocorreu o desvio.

“Sobretudo no caso do Gritzbach, vimos um forte envolvimento de policiais civis e militares da ativa em São Paulo, o que revela a presença da polícia junto ao crime organizado. A presença dessas munições indica outra forma de participação: não sabemos como ocorreu o desvio dos lotes, se alguém vendeu, repassou ou roubou dos acervos das polícias, mas há um envolvimento também nesse nível, no fornecimento de armamento, no caso, munição, para o crime organizado”, reforçou.

Mãe de vítimas de arroz envenenado confessa ter matado a vizinha, diz TV

Maria dos Aflitos, suspeita de ter participado com o marido do envenenamento que levou à morte de 5 pessoas de sua própria família, confessou ter matado a vizinha Maria Jocilene da Silva com café envenenado.

O que aconteceu
Intenção de Maria dos Aflitos era fazer parecer que a vizinha tinha se suicidado e, assim, livrar o marido do crime. A suspeita disse que a vizinha, Maria Jocilene da Silva, de 41 anos, bebeu o café “sem ver”. O depoimento foi revelado pelo programa Fantástico, da TV Globo.

O marido de Maria dos Aflitos, Francisco de Assis Pereira da Costa, foi o responsável pela morte por envenenamento de cinco pessoas. De acordo com o delegado Abimal Silva, esposa planejava que a morte de Jocilene, por envenenamento, parecesse um suicídio. O objetivo era atribuir a ela a culpa por todos os outros crimes, o que poderia levar à libertação de Francisco.

Casal queria se livrar da família. O secretário de Segurança Pública de Piauí, Chico Lucas, afirmou que ela e Francisco “queriam se livrar” da família. “Era uma situação de pobreza”.

Marido é preso suspeito de matar esposa asfixiada e forjar suicídio no RJ; personal será enterrada nesta terça

O corpo de Ilinês Valesca da Silva Carnaval, de 29 anos, será sepultado na manhã desta terça-feira (28), no Cemitério Jardim da Saudade, em Mesquita, na Baixada Fluminense. O personal Valdenir da Silva Almeida, de 39 anos, foi preso como principal suspeito de matar a personal, nessa segunda-feira (27).

O corpo da vítima foi encontrado nesse domingo (26), com sinais de enforcamento, na banheira da casa onde morava com marido, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A Polícia Civil (PC) do Rio de Janeiro agora investiga o caso.

A reportagem teve acesso às imagens de câmeras de segurança do prédio onde o casal morava, que registraram a vítima sendo agredida pelo marido horas antes do crime, ainda no corredor do edifício. Valdenir encurrala a vítima na parede e enforca a personal. Segundo as investigações, a mulher, que já vinha sendo agredida pelo marido desde ano passado, teria enviado um áudio aos familiares no dia de sua morte dizendo que não aguentava mais as agressões e que iria até a delegacia.

Erika Hilton aciona Polícia Federal por ameaças de morte

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) protocolou, neste domingo (19), na Polícia Federal, um pedido de abertura de inquérito para apurar e identificar autores de ameaças de morte que recebeu em rede social, após a publicação de um vídeo defendendo a fiscalização do Pix, medida revogada pelo governo.

De acordo com assessoria da parlamentar, as ameaças e incitações ao crime de homicídio contra ela ocorreram no X (antigo Twitter) e ganharam força ao longo da madrugada deste domingo.

Um dos internautas, por exemplo, menciona a contratação de “pistoleiros” para ficar “na cola” de Erika Hilton.

O material publicado pela deputada segue a mesma linha do vídeo de Nikolas Ferreira (PL-MG), adotando mecanismos visuais e sonoros utilizados na postagem do deputado de oposição.

No entanto, Nikolas critica o governo pela medida adotada, afirmando que ela só afetaria a população mais carente. O vídeo do parlamentar, publicado horas antes do Planalto decidiu voltar atrás e revogar a medida de monitoramento, alcançou recordes de visualização, batendo 300 milhões de views.

‘Na primeira fatia, ela já desconfiou’, relata viúvo de uma das vítimas de bolo envenenado no RS

Jefferson Luiz Moraes era casado há mais 30 anos com Maida Berenice Flores da Silva. O casal foi o anfitrião do encontro familiar de Natal que terminou em mortes, no dia 23 de dezembro.

‘Na primeira fatia, ela já desconfiou’, diz Jefferson.

Ele conta que os sintomas foram imediatos. “A Zeli saiu correndo vomitar, a Maida sentou aqui e não levantou mais, a Tatiana sentou e não levantou mais. A Zeli ficou deitada no chão e desmaiou”, relata.

Além da sua mulher, Neuza Denise Silva dos Anjos, irmã de Maida, e Tatiana Denise dos Anjos, filha de Neuza, morreram. Jefferson recebeu atendimento e foi liberado.

Zeli dos Anjos, a sogra que fez o bolo, não morreu. Ela vomitou após comer o doce, chegou a ficar internada na UTI e teve alta na sexta (10). O filho de Tatiana, de 10 anos, também foi hospitalizado.

Presa por suspeita de envenenar bolo no RS pesquisou arsênio na internet, diz Justiça

A mulher presa por suspeita de envenenar um bolo que causou a morte de três pessoas da mesma família em Torres (RS), Deise Moura dos Anjos, fez pesquisas na internet sobre arsênio antes do caso, confirmou à RBS TV o Tribunal de Justiça (TJ) do RS.

De acordo com o TJRS, um relatório preliminar dos dados extraídos do telefone da suspeita mostra que houve “busca na internet, inclusive no Google shopping, pelo termo arsênio e similares”.

Arsênio é um elemento químico liberado no ambiente de maneira natural ou pela ação do homem e componente usado na fabricação de alguns pesticidas. A exposição a arsênio pode causar intoxicação alimentar e reações similares a alergias, câncer em caso de exposição recorrente, e até morte.

A reportagem da RBS TV apurou também junto à Polícia Civil que a mulher fez pesquisas sobre a substância antes do caso, em novembro. A investigação segue em andamento, e a motivação não foi informada pelos investigadores porque, segundo a polícia, isso pode atrapalhar a investigação.

O envenenamento por arsênio foi a causa da morte de três mulheres da mesma família após comerem um bolo em 23 de dezembro de 2024.

Deise é nora de Zeli dos Anjos, que preparou o bolo. Ela foi presa temporariamente no domingo (5) por suspeita de ser a responsável pelo crime. Ela está detida no Presídio Estadual Feminino de Torres e responde por suspeita de triplo homicídio duplamente qualificado por motivo fútil e com emprego de veneno tripla tentativa de homicídio duplamente qualificada.

A prisão tem validade de 10 dias – prazo que deve ser usado pela polícia para concluir a investigação. A defesa de Deise informou, na segunda-feira (6), que prestou atendimento em parlatório à cliente e não teve acesso integral à investigação em andamento.

Jogador de futebol é baleado na cabeça após pisar no pé de traficante

Kauan Galdino Florêncio Pereira, de 18 anos, foi baleado na cabeça após uma discussão com um homem em um baile funk, em Queimados, na Baixada Fluminense, durante a madrugada de quarta-feira (1º/1). O jovem, jogador de futebol amador, foi atingido após um desentendimento com um traficante da região.

De acordo com informações da polícia, o suspeito é um traficante conhecido como De Ferro, que teria se irritado ao ter o pé pisado pela vítima. Testemunhas relataram que o criminoso ordenou a Kauan que pedisse desculpas, mas o jovem, nervoso, não atendeu à ordem. Em resposta, o traficante disparou contra sua cabeça.