Veja as principais ações assinadas por Trump no primeiro dia de mandato

O presidente Donald Trump assinou uma série de ações executivas na frente de milhares de apoiadores na Capital One Arena em Washington DC na segunda-feira (20).

Veja o que o republicano assinou na arena:

Congelamento regulatório: O congelamento impedirá que burocratas emitam mais regulamentações até que os oficiais de Trump assumam o controle total do governo

Congelamento de contratações: Haverá um congelamento nas contratações federais, exceto as militares e uma série de outras categorias, até que os oficiais de Trump estejam no controle total

Retorno ao trabalho em tempo integral: Os trabalhadores federais serão obrigados a retornar ao trabalho presencial em tempo integral imediatamente

Custo de vida: Uma diretiva para cada agência e departamento federal para lidar com a crise do custo de vida.

Retirada do Acordo Climático de Paris: Isso formalizará a retirada dos EUA do Acordo Climático de Paris novamente. Trump fez isso em seu primeiro mandato, mas Biden havia aderido ao acordo novamente. O novo presidente também assinou uma carta às Nações Unidas, explicando a retirada

Liberdade de expressão: O governo federal foi orientado a restaurar a liberdade de expressão e impedir a censura governamental à liberdade de expressão. A Primeira Emenda já garante a liberdade de expressão nos EUA

Fim da armamentização do governo: A diretriz de Trump ao governo federal visa acabar com a armamentização do governo contra os adversários políticos da administração anterior

Após a assinatura em frente aos apoiadores na Capital One Arena, mais ações foram assinadas no Salão Oval, na Casa Branca.

Confira algumas delas:

Perdões para réus de 6 de janeiro: Trump perdoou manifestantes do Capitólio dos EUA, dizendo que o perdão seria para mais de 1.500 pessoas, o que parece cobrir quase todos os acusados ​​desde o ataque ao Capitólio

Imigração: O novo presidente assinou uma lista de ações executivas de imigração que levarão a uma repressão, incluindo tentar acabar com a questão constitucional da cidadania por direito de nascença, designando cartéis de drogas como organizações terroristas estrangeiras e declarando uma emergência nacional na fronteira sul dos EUA

TikTok: Ele assinou uma ação executiva que adia a proibição do TikTok por 75 dias

Retirada da OMS: Trump anunciou na segunda-feira (20) que está retirando os EUA da Organização Mundial da Saúde, um movimento significativo cortando laços com a agência de saúde pública das Nações Unidas em seu primeiro dia no cargo

China ‘preocupada’ com a saída dos EUA do Acordo de Paris

China está “preocupada” com a nova saída dos Estados Unidos do acordo climático de Paris, disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores nesta terça-feira (21).

“A mudança climática é um desafio comum enfrentado por toda a humanidade e nenhum país pode permanecer insensível ou resolver o problema sozinho”, disse o porta-voz Guo Jiakun.

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou uma ordem executiva na segunda-feira para retirar seu país pela segunda vez do acordo histórico assinado em 2015 na capital francesa. Ele já havia feito isso uma primeira vez durante seu primeiro mandato (2017-2021).

O acordo visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa que impulsionam as mudanças climáticas.

Grávida dá à luz em casa após ficar ilhada em meio a alagamento e forte chuva em Camboriú

Uma mulher grávida deu à luz dentro de uma casa ilhada por conta da forte chuva que atinge Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina, nesta manhã de quinta-feira (16). O parto foi realizado às pressas por um funcionário da Defesa Civil.

De acordo com Robson dos Santos, servidor que ajudou a gestante, a o bebê é um menino que nasceu saudável. Quando os funcionários da Defesa Civil chegaram no local a cabeça já estava visível. A mulher foi colocada no chão e o parto aconteceu.

Segundo a prefeitura, a mulher é moradora do bairro Monte Alegre, um dos mais afetados pela chuva e estava grávida de 35 semanas. Ela começou a passar mal durante a manhã, mas por conta do alagamento na cidade não conseguiu sair de casa para ir até uma unidade de saúde.

Em relatório com última atualização às 12h33, a Defesa Civil estadual informou que Camboriú foi a cidade de Santa Catarina que registrou o segundo maior índice de chuva nas últimas 6 horas: 162,3 milímetros.

Família de Biden visita o Cristo Redentor durante o G20

A família do presidente americano Joe Biden, visitou o Cristo Redentor nesta segunda-feira (18) durante a visita ao Rio de Janeiro. Nas redes sociais, a filha do democrata, Ashley Biden, postou um registro do monumento.

Ela acompanha o pai durante a participação dele na Cúpula do G20, que termina nesta terça-feira (19) na capital fluminense. O evento recebeu 55 delegações de 40 países e 15 organismos internacionais.

Durante a reunião, algumas rotas turísticas no Rio de Janeiro foram alteradas, mas o Cristo e o Santuário do Cristo Redentor funcionam normalmente.

Também no Brasil para o G20, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, visitou o Cristo do domingo (17). Ele postou o registro nas redes sociais.

O próprio Biden se encantou com o Cristo Redentor em um painel com a paisagem ao se reunir com o presidente Lula no primeiro dia do G20.

Pernambuco tem 76% dos municípios com pouca capacidade para lidar com deslizamentos, enxurradas e inundações, diz TCE

Levantamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontou que, em Pernambuco, 76% dos municípios estão pouco preparados para lidar com deslizamentos, enxurradas e inundações. Além disso, segundo o estudo, 106 cidades são consideradas prioritárias por serem mais suscetíveis a desastres naturais.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (7). O TCE fez um questionário com as 184 cidades de Pernambuco e com o distrito de Fernando de Noronha, que, para fins de levantamento, foi considerado como um município.

O levantamento analisou 20 pontos da prevenção a desastres, como, por exemplo, se as cidades têm plano de contingência, mapeamento de áreas de risco, dotação orçamentária para Defesa Civil e programas de habitação para populações atingidas.

Ao todo, 140 municípios atenderam a menos de dez quesitos, e ficaram com as classificações “inicial” (68 cidades) e “intermediária inicial” (72 cidades). Isso significa, segundo o TCE, que eles têm menor capacidade de resposta a um desastre natural.

Entre os 106 municípios considerados prioritários, 49 estão no quadrante mais crítico, porque, embora tenham risco iminente de desastres, contam com poucos mecanismos para proteção de suas populações.

Os municípios foram classificados da seguinte maneira:

  • Alta: sete municípios;
  • Intermediária avançada: 38 municípios;
  • Intermediária inicial: 72 municípios;
  • Inicial: 68 municípios.

Os sete municípios que obtiveram classificação “alta” foram Recife, Carpina, Toritama, Solidão, Salgadinho, Triunfo e Itapissuma. Entretanto, somente a capital pernambucana é considerada um município prioritário.

Já entre os que tiveram classificação “inicial”, os que tiveram os piores índices entre os municípios considerados prioritários são: Tracunhaém; Xexéu; Arcoverde; Itaíba; Orocó; Pedra; Santa Filomena; São João; Tacaimbó; Inajá.

Mais de 90% do desmatamento da Amazônia é para abertura de pastagem

A abertura de áreas de pastagem foi a principal causa do desmatamento da Amazônia entre 1985 e 2023, aponta um levantamento inédito do MapBiomas divulgado nesta quinta-feira (03).

Imagens de satélite analisadas pela rede mostram que, nesse período, a área de pastagem cresceu mais de 363%passando de 12,7 milhões de hectares para 59 milhões.

Isso representa uma expansão de 46,3 milhões de hectares em menos de quatro décadas. Com isso, somente em 2023, os pastos ocupavam 14% da Amazônia.

Segundo o monitoramento, na região conhecida como Amacro (um trecho que abrange 45 milhões de hectares no Amazonas, Acre e Rondônia), o crescimento foi ainda mais expressivo. Na região, a área de pastagem se expandiu 11 vezes, resultando na perda de quase toda a vegetação nativa.

O levantamento aponta ainda que, nesse período:

  • mais de 90% das áreas desmatadas na Amazônia tiveram como primeiro uso a pastagem;
  • e que a agricultura também foi responsável por parte do desmatamento, com um pico em 2004, quando 147 mil hectares foram derrubados diretamente para esse fim, embora esse número tenha caído consideravelmente nos anos seguintes, principalmente devido à moratória da soja (que restringe a compra do grão).

Veja o mapa das maiores temperaturas no país; capitais podem ter recorde

Em razão da sétima onda de calor que atinge o país em 2024, cinco capitais brasileiras podem atingir recordes de temperatura durante esta semana.

A agência de meteorologia Climatempo aponta que, nesta semana, o calor extremo superou determinados recordes e algumas capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS) e Brasília (DF), ameaçam alcançar novas máximas.

Veja as previsões para os próximos dias nas capitais:

Em São Paulo o recorde registrado foi de 35,4°C, nesta terça-feira (24), e que pode ser superado com a previsão de 36°C para esta quarta-feira (25).

Nesta terça-feira (24), a cidade de São Paulo registrou a tarde mais quente do ano. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a cidade alcançou a máxima de 35,4°C. O recorde anterior de maior temperatura do ano era de 34,7°C, no dia 16 de março.

Já no interior paulista, a onda de calor fez as temperaturas ultrapassarem os 40°C. O Inmet registrou 41,3°C em Valparaíso e 40,3°C em Jales.

Com seca e calor, governo cogita volta do horário de verão; especialistas discutem eficácia

A maior parte da energia elétrica do Brasil vem das usinas hidrelétricas (cerca de 50%). Com as poucas chuvas, os reservatórios perdem volume, o que gera alerta com relação às usinas.

Além disso, no período do calor mais intenso, que começa nos próximos meses no país, a população tende a usar mais aparelhos eletrodomésticos, como ar-condicionado e ventiladores.

A ideia por trás do horário de verão é aproveitar que, nos meses dessa estação, a luz do sol dura mais tempo ao longo do dia. Combinado a isso o adiantamento dos relógios em uma hora (como prevê a regra do horário de verão), a população passaria a precisar de iluminação artificial mais tarde do que o normal, evitando acender as luzes nos horários de pico — quando as pessoas chegam em casa do trabalho e acionam os chuveiros, por exemplo.

🔍Energia intermitente é aquela produzida por fontes como a eólica e solar, que caem à noite, por causa da diminuição dos ventos nesse horário e da interrupção da luz do sol.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) vão apresentar na segunda-feira (16) ou na terça estudos sobre o horário de verão para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele é quem tomará a decisão sobre adotar a medida ou não.

Moradores registram ‘chuva preta’ no Sul do RS; universidade diz que fenômeno é provocado por fumaça de incêndios

Moradores de cidades da Região Sul do Rio Grande do Sul registraram o fenômeno da “chuva preta”. Os relatos são de cidades como Arroio Grande, São Lourenço do Sul, Pelotas e São José do Norte e a chuva teria acontecido na segunda-feira (9).

Segundo o Centro de Pesquisas e Previsões Meteorológicas da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a fuligem da fumaça das queimadas se misturou com a chuva, gerando a cor preta.

A meteorologista Josélia Pegorim, da Climatempo, afirma que o fenômeno também foi observado em cidades do norte do Uruguai, na fronteira com o RS.

“A ‘chuva preta’ é o resultado da chuva normal, que está caindo das nuvens, mas que está passando por uma atmosfera muito carregada de fumaça”, explica.

A previsão de chuva para os próximos dias pode provocar o fenômeno em outras partes do estado.

PREVISÃO DO TEMPO: TENDÊNCIA DE CHUVA PARA DEZ DIAS

Grande parte do Brasil não deve ter chuva no curtíssimo prazo e muitas áreas seguirão sem precipitação nos próximos dez dias, mas em algumas áreas do território nacional pode ocorrer uma breve trégua da secura, do calor extremo e das queimadas com um alívio para a população.

O mapa acima mostra a projeção de chuva para dez dias a partir da rodada da 0Z desta terça-feira do modelo meteorológico europeu. Como se observa no mapa, a chuva deve retornar para algumas áreas do Sudeste e do Centro-Oeste.

A Região Norte não está no período chuvoso do ano, que se denomina de inverno amazônico, o período do calendário em que há uma maior concentração das chuvas que vai de dezembro até meados de maio, e que normalmente concentra 60% a 70% da precipitação do ano.

Por isso, uma extensa área da Região Norte do Brasil terá nada ou pouco de chuva nos próximos dez dias. As precipitações no período tendem a se concentrar mais no Oeste e Norte do Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia. O destaque principal fica com o estado de Rondônia, que vinha muito seco e deve experimentar um aumento da precipitação.